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domingo, 29 de novembro de 2009

Mais Desgraça não faz MENOR diferença!

7:15 - Acordei com o pé esquerdo. Pais reclamando da lerdisse do outro, arrumando as malas de ultima hora, correndo de um lado pro outro...
O Voo era das 11h e 10min.
Na viagem para Aeroporto de Guarulhos, aquele silêncio. Nem minhas piadas animava o clima...
9h - Chegamos 10min atrasado como previsto e chegamos na fila do check-in e despachar as malas. Passei pela alfândega e detector de metais tranquilo, mas chegando na checagem do passaporte:
-Ela é de menor?
-Sim.
-Tem que ter a autorização da mãe.
Meu pai esqueceu desse pequeno detalhe! Pediram pra fazer na hora, lá na delegacia do aeroporto mesmo. CORREMOS procurar minha mãe e pra delegacia. Mais azar: "Não fazemos mais autorização, desde Abril." Então os funcionários deviam ficar sabendo disso 7 meses atrás! "Os cartórios estão fechados hoje, mas ainda tem a Vara de Infância e Juvenil, mas só em casos de emergência". Mais 15min ajudando a criar um álibi: "Meu pai foi pro exterior à trabalho e não pode fazer uma autorização para eu viajar sozinha, então minha mãe veio se responsabilizar."
Então meu pai foi, minha mala também - nela tinha até minha apostila e caderno, porque eu ia fazer prova sustitutiva logo que eu voltar de viagem, porque eu ia perder duas durante a viagem.
E lá foi minha mãe e eu pra São Paulo procurar a tal Vara de Infência e Juvenil. Pra piorar: TRÂNSITO. Piorar mais ainda: O VOO PARTIU. Mais azar: NÃO PERMITIRAM A AUTORIZAÇÃO (porque não "sou" uma emergência). Mais azar ainda: PEDIRAM PRA FAZER AUTORIZAÇÃO SÓ NA MINHA CIDADE (1h de distância dali). Pronto! Não viajo mais no dia seguinte.
Voltamos para o aeroporto para remarcar a viagem para Terça (1/12), e Segunda (30/11) fazerei a autorização, já que Domingo não fica aberto. Pagamento do motorista: R$150.

11:50 - Na loja da TAM, uma fila de menos de 7m (equivalente apenas UMA VOLTA)... 1h depois... 2 horas depois...
-Remarcar passagem pro dia 1/12, terça-feira. Primeiro voo, por favor!
"FINALMENTE!", pensei. Não, me engano. 30min depois (só pra remarcar a passagem) - fico pensando: Ou o computador da TAM é lerdo, ou culpa da net, ou seria a incopetencia do funcionario. - logo que ela concluiu, pensei de novo: "agora sim: FINALMENTE!". Não (de novo)
-Espere naquela fila do caixa - apontou - A moça vai chamar pelo nome.
MAIS AZAR?! Qualquer desgraça a mais pra mim não vai fazer menor diferença!
Mais de 2 pessoas reclamaram e xingaram a companhia, todos começaram a reclamar do serviço de MERDA da TAM.
A gente só ia pagar a taxa da remarcação (US$100, ou R$174,45). Mais 15min na fila...PRONTO! pagamos e fomos embora! MAAAAAAASSS.................checo a nota fiscal pra mostrar no check in (no dia)..."CADÊ?!"
-AH NÃO! Não acredito que eu vo ter que voltar naquela MERDA de loja pra perguntar a data e hora da viajem!
-Vá direto no balcão perguntar pra moça que te atendeu, não precisa esperar na fila.
Lagaaal! Tive que voltar pro maldito lugar pra moça imprimir outro com horario e data no bilhete. PRONTO! AGORA SIM! "FINALMENTE!!!!"
14:30 - Almoçamos lá no aeroporto mesmo.
14: 50 - Pagamos o estacionamento: R$33,50
16h - Finalmente em casa.

Relatório:

Duração: 7h
Gasto Total: R$357,45.
Conclusão: Aeroporto é um Telemarketing gigante e aovivo, te empurram de um lado pro outro, demoram pra te atender e te dão duas opções: SE MATA ou AGUENTA FIRME!
Dica: Não esqueçam a autorização dos pais pra viajar, planeje TUDO (tudo mesmo) dias antes e não esqueça de NADA!

Agora estou aqui (no Brasil) e não lá (nos EUA), sem mouse no laptop, sem apostila pra estudar pra prova de amanha, puta da vida (com a TAM e com a memória brilhante do meu pai). Perderei 4 dias! Programação mudada totalmente.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

INCOMPREENSÍVEL

Então, parece ser besteira. Ninguém entenderia - apenas você mesmo compreenderia, pois você já entendeu muito bem do que se passa na sua cabeça, do que está sentindo e do que está vivendo.
Tem em mente de que não é nada, essa situação é desprezada por todos - eles achariam besteira - porém você não pode compartilhar esse pequeno sentimento - que está crescendo dentro de você a ponto de querer explodir, mas não pode e não consegue.

Se tenta explicar o motivo, todas as palavras que saem da sua boca voltam contra você, te acusando de qualquer modo, por nada.
Sabe que você está certa, que eles estão errados - mas pra eles você está errada e eles estão certos. Mais de uma opinião leva tua vantagem embora, sem ao menos entender o seu lado - mas, se não entendem o seu lado, como explicar teu ponto de vista?
Tente se disfarçar, mas não consegue. O sentimento que você está segurando (suportando) cresceu e não há mais espaço para guardá-lo. Agora, ele está transbordando pelos seus olhos - você tem que segurá-lo, guardar essa nova angústia, engolir todas as desavenças. Pergunto: Pra que engolir o choro? Simplesmente pelo fato de ninguém entender seu motivo.

Eles querem te alegrar - e você tem noção disso - não querem te ver assim. Tentam te consolar e você, então, percebe que tudo aquilo é besteira. Por isso, você não pode contar;
Porém, você quer liberá-lo, chorar até tirar ele dentro de você.

Já sabia que era besteria, agora que tudo passou, sabe que é pura idiotice. Só você mesmo para considerá-lo algo que te importe, né?

Por que as pessoas não podem ser um pouco mais compreensíveis com você? Nada de errado com elas, mas respeito é uma das melhores soluções para essa hora.

domingo, 19 de julho de 2009

Jogo da Vida: a revolta do destino

Isso é um trecho, parte de um livro que estou criando. Jogo da Vida

Sinopse: Um grupo de pessoas de países diferentes participam de uma espécie de jogo filosófico, capaz de fazer qualquer um perder a cabeça. Eles passam um mês em uma ilha paradisíaca, desconhecida. Todos estão lá pelo simples motivo: um prêmio de 10 milhões de euros; equivalente o resto de sua vida! A cada semana alguém é eliminado misteriosamente, sem deixar nenhum rastro. Cada dia é uma prova, quem fracassar está a um passo dessa eliminação. Quem ganhar o jogo, descobre toda a trama, todo o mistério por trás dessa ilha, todo o esquema do jogo, descobre o que realmente acontece com os jogadores eliminados e descobre o sentido de viver.

Gostaram? Se gostaram passarei a postar mais.
Agora só estou passando o resumo da vida dos participantes para vocês entenderem que todos precisam de ajuda. (Faça sua parte)

beijosmeliga ;*

P.S: Realmente, não tenho nada para fazer nessas férias. Se eu postar algo do meu dia, o blog não estaria interessante. Acho interessante retribuir esse livro, caso acham interessante.
_____________________________________________

A vida de Rachell Bennett parecia simples demais. Uma moça muito bonita, cabelos ruivos acastanhados, olhos azuis, pessoa alegra, divertida, simpática, com uma bela família e um bom emprego. Apenas isso o que a vida lhe proporcionou como base de sua felicidade. Porém, minutos podem mudar sua vida. O mundo resolveu se revoltar contra ela, sem deixar uma segunda chance à ela.


1994: Rachell acaba de se mudar para a cidade de Londres, à procura de um emprego. Havia largado sua antiga vida para trás. Ela havia brigado com seu namorado, Rick, pois ele traiu ela, com a melhor amiga. Rachell achou que uma nova vida, em uma nova cidade, poderia recomeçar tudo e esquecer seu passado. Ela conseguiu uma vaga no banco.

1998: Uma promoção. Todos seus colegas de trabalho resolvem fazer uma festa para comemorar no bar. Um rapaz bonito, cabelos claros, está a encarando no balcão. Minutos depois, o rapaz veio falar com ela.
-Rachell? - disse ele. - Se lembra de mim? Estudamos junto na sétima série, em Liverpool. Eu sou Josh Sulivan...
-Sim! Eu lembro. Como vai, Josh? Há quanto tempo!
Conversa rolava solta, assuntos mudavam à cada minuto, afinidade florecia. Algo que Rachell nunca chegou a pensar que esse cara poderia ser tão amigável.
-Quer sair desse lugar agitado? Dar uma passeada pela cidade... - propos ele.
-Sim.
Ele lhe mostrou um belo lugar, onde as luzes do luar pudessem ressaltar a beleza dela. Um parque, seu refúgio particular.
-Belo lugar, não? - disse John.
-Sim. Muito belo!
-Belo demais para um beijo?
Ele veio se aproximando vagarosamente, encostou suas mão na sua face, fazendo com que ela olhasse para ele e, então, encostasse seus lábios nos dele.

2001: Josh e Rachell já estavam namorando, morando junto em um pequeno apartamento.
-Josh, preciso falar com você. - disse Rachell.
-Eu também preciso. Você primeiro.
Ele sentou em sua poltrona.
-Eu fiz um teste hoje. - ela prosseguiu, ele continuou calado. Talvez já soubesse qual é o teste.
-Você está... - ele não conseguiu completar a frase.
-Sim - ela completou. Ele entendeu sua indireta.
-Isso é ótimo! - ele exclamou, com total empolgação.
-Não está bravo comigo?
-Por quê estaria? Não é sua culpa. Quer dizer, teoricamente é a minha culpa, mas...
-Você quer ter esse bebê?
-Sim. Quero criar esse bebê com você. Quero passar minha vida ao seu lado...
-O que você quer dizer com isso?
Ele pôs a mão no bolso e retirou uma caixa aveludada.
-O que estou querendo dizer: Quer casar comigo?

2004: Rachell, deitada na cama, observava novamente seu lindo e brilhante anel dourado, com traços finos e delicados de prata nas bordas. Charlie estava assistindo algum programa infantil na tv.
-Adivinha, querida. - disse Josh logo que abriu a porta de seu novo apartamento - Fui promovido!
Rachell nada dizia, então Josh foi até seu quarto, onde ela estava. Agora, estava sentada, esperando por ele.
-Tenho que lhe contar uma coisa...

Um choro de bebê ecoava pelos corredores do hospital.
-Olha, meu amor. Veja como ele é lindo! - Rachell murmurava para Josh, deitada na maca, com uma camisola branca meio rosada.
-Ele é tão pequeno, mamãe. - sussurrava Charlie para que o bebê não acordasse.
-Bem vindo ao mundo, Peyton. - disse Josh.

2007: Gritos, xingamentos, reclamações, duas vozes altas falavam ao mesmo tempo atrás da porta. As crianças estavam grudadas nessa porta, com esperança de que essa briga terminasse.
-Charlie, eles vão parar, não é? - dizia Peyton, com seus olhos transbordando de lágrimas.
-Não sei, Peyton. Não sei.

Advogados, Rachell, Josh reúnidos em uma sala.
-Assine aqui, Sra. Bennet. - disse um dos advogados, apontando para um papel no centro da mesa. - Pronto. Já acabamos esse processo. Vejo vocês no tribunal, a guarda dos filhos.
-Meretíssimo, tenho provas de que Sra. Bennet não é capaz de cuidar de meus filhos - dizia Josh - Aqui está uma foto de Sra. Bennet no parque com as crianças. Veja o detalhe que ela está de costas e distante das crianças. O fato de...
(...)
-Concluo: O pai fica com a guarda dos filhos. - diz o juíz.

Rachell é demitida por suspender seu tempo no trabalho. Ela encontra seu ex, Rick, pelas ruas de Londres, ele começa a mexer com Rachel, mas ela o ignora. Rick faz ameaças. Rachell desmaia.
Ao acordar, ela vê manchas roxas em toda sua pele, sangue caindo sob sua boca, dores nos braços e pernas; ela não consegue se levantar... O som de uma sirene se aproxima, luzes vermelhas piscavam constantemente. Rachell fica inconsciente.

"Não entendo. Eu não fiz nada de errado a eles, por que estão fazendo isso comigo? Sozinha no mundo, novamente. Dessa vez, não há um novo começo. Será que Deus fez essa tragédia comigo para eu aprender algo, para me arrepender ou algo do tipo? O mundo se revoltou contra mim. Não tenho casa, não tenho família, emprego, felicidade e - o mais importante - esperança. Tudo aquilo que eu tinha, foi tirado aos poucos. De quem é a culpa, então? Não há ninguém para julgar. Se está lendo essa carta, quer dizer que eu já morri... "

-Quem é você? - perguntou Rachell.
-Eu sou Nickolas Johnson. Tenho algo para lhe propor.


To be Continued...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Brincando com fogo

Eu tava com medo de que o país não fosse a Noruega!`Porque aí..FUDEU! Descobrimos que era sim! (UFFA!)
João interpretando sua própria parte da apresentação:
(voz grossa, pausando no meio das palavras, com ar de )
(...)o clima da Noruega é bastante rigoroso, com Invernos muito..[pausa]..frios.
Parecia até o professor Rocco falando! (arrancarisos)
A apresentação foi bem curta, mas a professora gostou, então..oquereclamar?
A professora Angélica não veio hoje e quem foi substituir é uma professora de Matemática (do segundo ano) MUUUITOO CHATA!! Gosta de mandar povinho-falante da sala pra fora, é injusta, cafona e grossa!
A gente tava mascando muito chiclete e Adne fez uma bolona que tinha um formato de bunda! Só que um lado maior que o outro. Ela fez uma outra bolona. Estorou e grudou chiclete no nariz! CAGEI de rir!! Meus movimentos foi tão escandaloso que a professora mandou sair da sala. Pô! de novo?! (Eu, Adne e Rayssa)
Explicamos uma história paralela da do chiclete. Dissemos que a Adne se atrapalhou nos livros - derrubando tudo, e eu ri. Mas ela derrubou a apostila mesmo (uma hora), e eu ainda tava prestando atenção na aula MESMO! SÉRIÃO!! Tava começando a entender as funções do problema na lousa.. A Raah não tinha nada haver com a história, só tavasentada quieta atrás de mim. [nãopensemmerda]
Pela primeira vez, escreveram na minha ficha. (okay. E daí?) Ela escreveu:
"Orientação(...) Estava rindo na aula da Samantha enquanto explicava a matéria."
É a quarta vez da Adne!!
No da Raah, a moça escreveu:
"Mandada para fora, pois estava atrás das colegas que estavam rindo" --'
Disse que vai ver com a professora se ela pode tirar essa 'acusação'. Injusto, mew!! Ela nem dá aula pra gente e vai logo mandando na sala? Só porque é professora?! Não abuse tanto da autoridade! Nem estavamos atrapalhando a aula dela.
A Professora de Literatura tava chorando pelos cantos. Ela até falou com a gente e reclamou da nossa sala, com jeitinho. Todos os professores reclamam dela! Mas é verdade, é muita barulheira. Ela pensou que fossemos as únicas responsáveis do barulho. TODOS são responsáveis!
Depois era intervalo e tudo se tranquilizou.
Hoje, um amigo/colega, Rafael, da tarde "matou aula" na nossa sala. Ele é amigo da Gabriela (uma colega que tem "fama") e tava do lado dela conversando.
Obs.:Essas informações podem não ser concretos.
Gabriela: Qual menino você acha o mais bonito? -o amigo não é gay tá? só pra avisar-(aponta o dedo ao redor da sala)
Mariana(colega): O que você ta falando mal de mim?
E começaram a discutir.
Mariana sentou perto de nós, Rafael tava do lado conversando com ela. As vezes Adne e Rayssa metiam o dedo na conversa. Eu fui sincera e disse uma vez:
-Sinceramente, as pessoas que ficam falando dela se preocupam com a vida dela. Só ficam falando nas atitudes erradas.. Nimguém toma a ATITUDE de chegar nela e falar a verdade.

Vixxee!! Que rolo aconteceu hoje, depois da aula!
Adne simplesmente me puxou, só fui seguindo. Ela estava indo em direção a cantina.
Adne bateu-boca legal com a Gabriela. Já não estava entendendo nada. Uma falando merda, outra falando que a outra não sabe o que tá falando.. Tentava tirar ela dali, mas ela continuava no mesmo lugar.

Só quando terminou a briga eu fiquei sabendo do que rolou: Falaram que ela tinha falado mal da gente. Adne interpretou mal a história, eu acho.
Logo fomos falar com o povo, discuti sobre ela, sobre suas atitudes erradas e sobre suas escolhas; sobre eu estar nem aí pra ela, nem se importando, nem ligando pra ela/que ela faz. Propositamente pra não julgá-la. Ela até agora não fez nada de mal para mim/comigo, então para quê julgar?
Rayssa conversou com Gabriela e ela tava chorando muito.
Liguei pra Raah. Ela não se lembra de todos os detalhes, mas ao longo da conversa ela lembrava.
A gabriela tava super mal com a Mariana e com a Adne por causa de hoje. A Raah disse pra conversar com elas, só que a Gabriela falou que elas vem com 5 pedras na mão e não tem como conversar assim. Pior que é verdade!
Ela também tinha falado que ia conversar com a direção pra falar com os pais dela sobre isso. A Raah deu um toque e disse que isso é coisa de primario e eles não vão ajudar em nada. Havia comentado isso com ela, a direção não vão ajudar na vida pessoal de nenhum aluno. Se ela que não consegue fazer amigos, problema é dela!

Sabe de uma coisa? CANSEI! [prontofalei]
Já havia ignorado os boatos dela, nem ligando para o que ela fazia/dizia..NADA! Os problemas são delas, pra quê meter o nariz no meio? CANSEI! E repito: CANSEI³
Odeio julgamentos. Se me julgarem de julgar, eles estão errados (me julgando). Sinceramente, EU NÃO SEI JULGAR! Principalmente se for uma pessoa que nem/mal conheço, como a Gabriela. Quer dizer, conheço mais tempo que qualquer pessoa da minha sala.
Algumas atitudes que ela faz me incomoda, mas nem ligo depois. Já confessei isso pra ela, disse até que por causa dessas atitudes, todos têm uma impressão totalmente errada dela. E essa fama? Piora mais com as atitudes! Ela é apenas DIFERENTE, e ninguém supera além do normal.
Dei um conselho (o meu lema):

Não se importe com os que os outros digam/comentam. Pensar nisso só fazerá mal a você. Deixe eles de lado, a poeira irá abaixar e tudo estará melhor. Fica na tua!

Isso foi na época do 'auge'. Todos odiavam ela por ter estracado a união da sala.
Comparando, está melhor mesmo. Ela até mudou um pouco. Agora os outros que fazem ela ter essa impressão, não as próprias atitudes. Mas ela continua se preocupando com a imagem.
A poera já abaixou dentro da sala, mas ainda continua com uma desfocada neblina. A sala continua uma 'família'.

Estou do lado de ninguém. Apenas revelando as minhas ''teorias''.
beijosmeliga ;*

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Complications in the morning, afternoon solutions

Das independentes felicidades, das independentes risadas, das desgraças, dos motivos, do quão bobo isso parece ser, ou do que os outros acham; a teoria é sempre a mesma: Ser Feliz é o que importa!!

-Ah! Tô sabendo, Adne! - disse Gah
-Sobre o quê?-perguntei.
-O que aconteceu na sua casa.
-AHH!! (risos) Hilário! -eu que contei pra ele ontem.
Veio João com aquela cara de 'eu vô te pegar' e bateu na bunda da Adne. (de novo)
-Covardia! - eu disse - Dois contra 1!

Talvez minha versão seja mais clara, mas existe pontos de vistas que possam contra-dizer.

Aula do CJ. A mulher da coordenação acaba de entrar na sala e Adne repara alto:
-Nossa! Ela sempre entra na aula do CJ né? - virou pra mim.
-Qual o problema? - a mulher pergunta
-Nada. - disse ela.
Eu comecei a rir através de um livrinho que estava lendo.
-Vocês duas. Fora - apontou pra porta.
O sorriso sumiu e logo um desgosto de injustiça me atropelou em segundos. "Eu não fiz nada! O que eu fiz de mal? P*rra!", murmurava pra mim mesma. Yulli até argumentou que eu tava quieta. E eu tava!
A diretora anotou nossos nomes e disse para esperarmos ela conversar com a gente. A Paula já tinha chegado, esperando nosso sinal bater e contamos o que aconteceu. Interessante que; o esmalte da Adne é tão bom, tanto que saiu com o mesmo formato da unha, parecendo plástico. A Paula amou *--*
A mulher não tinha um argumento certo para dizer pra gente. Pensou que aquilo foi deboche, exigia respeito (pois é coordenadora, só pra mostrar que pode: dise que ia ligar pros nossos pais e olhar nosso histórico de notas) disse que estava se esforçando para informar coisas importantes (vestibular, olimpíadas, Enem) e nós a atrapalhamos; disse que eu não estava atrapalhando tanto.
Usei o mesmo argumento que disse para a diretora:
- Eu posso explicar? Eu apenas ri por ela ter dito "Nada". Eu até me interesso por essas coisas; tanto até que eu vim aqui pra falar com você sobre o teste vocacional, sinceramente. Todos estavam conversando, você tinha acabado de entrar e pedir silêncio. Não somos as únicas. Só percebemos/reparamos que você chega só nas aulas do CJ.
-Mas eu vejo qual aula é melhor para poder informar. Eu me dedico tanto..Olha, minha mesa tá uma bagunça! - atende o celular e fala alguma coisa fora da nossa linguagem, russo ou grego (?) - Já ouvi reclamações dos professores que sua sala é a pior. Falam muito..
(celular da Adne toca, ela desliga discretamente)
-Mas os professores têm uma 'ideologia' geral da sala, e não de alguns alunos em particular.
-Sim. Mas todos falam.
-Olha, me desculpe. Não foi intencional. - disse Adne.
-Foi apenas um mal entendido. De bem.. - ela mostrou a mão com seu dedinho levantado, fazendo aquele sinal de "to de bem"; fez pra cada uma de nós.
Voltamos para a sala. Olhos se estreitavam direto a nós, meu sorriso malicioso estampava minha cara. CJ olhava espantado! Conseguia ouvir pensamentos (Edward) dos alunos perguntando: "O que deve ter acontecido?"; "Nossa! E eu tinha pensado que ela era santa."
Depois da aula expliquei para as alunas curiosas o fato engraçado que ocorrera poucos minutos antes. Elas também acharam graça.
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Sessão da Tarde: (As Aventuras de Adne, Bia & cia)

Ficamos (Adne e eu) à tarde para completar o caderno de tarefas (TC). Na verdade, eu já havia completado só que eu emprestei pra uma colega minha; as meninas tinham o gabarito do TC.
Como eu e Adne somos fominha! Acabamos com todo meu $ e ainda pedimos mais!! (risos)

Acho que tinha um compressor num terreno-baldio que fica do lado da escola, mas o chão tava tremendo tanto. Eu, Adne e Douglas sentados no chão; Mandy, Liz e Jeh no banco. Qualquer maneira sentia.
-Ow! Aumentou a potência! Tá tremendo DEMAAIS! Isso serve como um vibrador (natural). rsrs
Mandy tremia todo o corpo, como um vibrador de celular (ui!). Muito hilário!!
-Velocidade 6! (CR-CR-CR-CR-CR-CR-CR-CR-CR-CR) CRÉU!

Camila me largou no intervalo dela!! Preferiu ficar com as amigas delas invés de passar o tempo comigo, já que estudamos em períodos diferentes e não nos encontrávamos muito.

Nossa! VALEU MESMO, Camila! Sei que você tem seus motivos, mas conversar que eu tanto queria não rolou, né c*zona? Isso! Deixa no vácuo!! Não, espera aê. Você sabe que eu tô zoando! Não vá! (risos) [Não foi assim]

Ficamos na biblioteca conversando coisas hilárias, ou rolos; Relembramos o que ocorrera quarta e comentávamos.
-Lembro de quando voltamos do Extra, lembra Amanda? - disse pra ela.
-Lembro! Perguntei: "Será que eles se comportaram?" e quando vemos..
-João em cima da Adne! - completei, encenei isso. Peguei uma maçaneta no ar, empurrei para frente e meus olhos se arregalam, como se eu acabasse de descobrir a resposta.

Fomos num cantinho lá - onde fica o atelie e o prédio dos pequetuxps -, o chão tava sujo e Adne pegou a vassoura que tava do lado. Chegaram umas abelhas irritantes e ela, Mandy e Liz toda eufóricas fugindo das abelhas. Adne, automaticamente, chegou a matar algumas com a vassoura! Tenho comprovado em
vídeo.



(FOGE!!) [Escondendo atrás do Douglas]
-Eu mexi com ela e ela foi me seguindo! Pensei que ela ia me picar. - disse Adne.
Observe o lixo. Esse é o motivo das abelhas. Motivo de meninas correrem e gritarem. --' Caramba! É só uma abelha!

Tiramos muitas fotos no banheiro. Douglas devia estar morto lá fora, esperando..


Mais fotos aqui.

Despedi-me da Camila e de todos que iam embora.
Eu e Adne tiramos fotos. A diretora e uma coordenadora tavam vestidas de ratinhas. Imagina se fosse a tal coordenadora de hoje? Iríamos cagar de rir, mas pegaria muito mal.
Acho que estávamos falando sobre irritações musicais; músicas da XUXA (dos patinhos e do soco-soco bate-bate - aí competimos quem fazia mais rápido!) ahsuahsuashua. Eu sempre errava.
Ensinei pra Adne aquele: Peito-estrala-bate, Peito-estrala-peito-bate. O ritmo é legal!
Aí começamos a rir descontrolavelmente (porque somos idiotas)! A risada de porco e a falta de respiração tomaram conta da Adne. Aí eu ria disso e, assim, não acabava nunca, cara! [Dor de barriga]

Sejam felizes!
beijosmeliga ;*

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Confiança: parte 2

Então, acho que acaba por aqui. Seria questão de vontade ou, talvez, todos foram para caminhos diferentes por escolha própria? Tudo estava escrito, mas só agora li e percebi: A união não será a mesma.



A vida inteira esperei uma resposta
É engraçado como tudo aconteceu
Quando parei de esperar
Minhas escolhas me trouxeram até aqui
De alguma forma já sentia isso antes
Então era pra acontecer



O destino me fez ir embora
O tempo vai nos dizer quem é quem
Pode não ser o fim da nossa história
O destino me trouxe até aqui
Minha intuição me diz pra continuar
E seguir meu coração



Sei que não posso controlar o tempo
Tão pouco posso controlar meus sentimentos
Mas fico feliz só de te ver
Palavras certas podem consertar um erro
Mas são os erros que fazem as palavras
Viverem para sempre
-O Destino, Nx Zero



Um sujeito pensaria: Poderia ser eu o problema? Há algo errado comigo, só pode ser.
Mas logo ele contra-diz: Eles que são o problema! Estou me esforçando o máximo para dar certo, eles que não aceitam!



Então, ele vê que isso é verdade. Essa ideia se tornou uma teoria, e de uma teoria, uma prática.
O dia-a-dia começou a não fazer mais sentido, tédio e depressão tomaram conta desse ser. 'Eles' não queriam intrometer nesse momento de depressão - achando que possa piorar - então, o deixou ali - sendo que, o que ele realmente esperava era ser consolado. Logo concluiu que ele não é valorizado, não era importante para eles; os mesmos não se preocupavam com o seu humor ou se importavam com o bem-estar dele.
Hoje, o sujeito resolveu mudar, encontrou alguém que se importa com ele e aproveitou as risadas, as conversas, as brincadeiras... Um novo humor surgiu: o da alegria, misturado com prazer e aquela felicidade de que encontrou a resposta.

Mudá-las ou me mudar.. já não é mais esse seu dilema.

Agora é:

Manter o que já tem (ou tinha) ou daixá-lo para trás e curtir seu novo humor (do lado das pessoas certas)?

Existe 60% de chances do segundo dar certo, mas o sujeito não quer largar o que já tem.

Seu corpo diz para liberar,
sua alma não consegue abandonar.
"O que o coração diz que eu não posso escutar?"
pergunta o sujeito.

Talvez o sujeito esteje exagerando (como disse um amigo) e pensando por um lado obscuro e estreito, onde nenhum pensamento positivo possa entrar.
Isso é apenas o começo do fim, ele vai se propagando até se tornar oficial. Ainda não viu a outra versão da história para começar a julgar assim, desse jeito.
ELE HAVIA PROMETIDO A SI MESMO QUE NUNCA MAIS IRIA JULGAR, - pelo arrependimento, causa da dor amarga no peito - mas ele julgou sem conhecer o próprio julgamento; não sabia que estava julgando, apenas pensava que seria a coisa certa a fazer.
PROMETEU QUE SERIA UMA NOVA PESSOA, uma boa pessoa. Ainda há um caminho a seguir para encontrar essa pessoa, através das atitudes que ela faz. Pena que o sujeito tenha que pensar duas vezes antes de cometer uma besteira, saber conhecer sua atitude; não cometer um erro (o mesmo que acabara de fazer).


beijos :*

P.S.: Hoje não tem foto pessoal. Tá dando um problema do troço que coloca foto no post; trava a pag --'
Desculpaê! Talvez na próxima.. O chato é que não fica tão caprichado assim ;/

sábado, 30 de maio de 2009

Julgamento de mais, arrependimento de menos

Aqueles que tem inveja, aqueles que comentam pelas costas; não têm nada para fazer. Talvez assim possam interagir. Depois conseguem ser falsas e são capazes de sorrir, como se aquele comentário nunca existisse - mas uma hora chegará nos ouvidos da vítima e, só assim, ela perceberá que está no meio de falsidade em pessoa.





Ninguém pode escapar, contra vontade, você é julgada. Todos sabem, de alguma maneira, você não sabe. Alguém lembra, sem intensão, você escuta. Ninguém entende, com sofrimento, você está com raiva.
É fácil falar mal pelas costas, esses são covardes; Difícil falar na frente dela, esses são os raros corajosos; Chega uma hora que não existe limite entre os covardes e eles falam incontrolavelmente.
Existe um covarde dentro de nós. Adimito que fui uma covarde, mas hoje quero ser uma corajosa - que não tem medo da verdade, que não importa com os comentários, que seja independente, com dignidade, coragem, deixar de ser inimiga e me tornar uma amiga. Entrar para o lado Bom;
Suporto os comentários, convivo com pessoas rivais nas quais julgam sem ao menos conhecer ou julgam pelas atitudes dela. Não posso entrar nesse grupo de fofoqueiras só pra deixar de ser fofocada. Não, não tem que ser assim. Devo agir do modo certo sem deixar de ser eu mesma.
Mas ainda existe pessoas que não se concientizaram como eu;



Mandamentos do não-julgamento:

  • Não devo concordar com a opinião dos indivíduos, eu tenho a minha própria opinião.
  • Não devo deixar que um comentário se torne o meu, eu tenho meu próprio comentário.
  • Não devo criar uma imagem da pessoa através dos comentários que ouço, eu tenho meus próprios olhos.
  • Não devo deixar escapar os meus comentários, apenas eu posso concordar delas.
  • Não devo ser controlada, eu posso ser independente.
  • Não devo ser julgada, eu posso encarar de frente.
  • Não devo magoar alguém, eu tenho conciência da experiência.
  • Não devo ficar com rancor, eu devo agir.
  • Não devo julgar para interagir, eu tenho minha própria integração.
  • Não devo me iludir, eu posso superar.

Ao saber que você é traída pelas pessoas, ao saber que traíram a sua confiança, ao saber que você também traiu a confiança delas, o que se deve fazer? Será que eu estou me tornando uma delas? Será que eu devo mudar esse jeito delas ou devo eu me mudar?


Esse é o meu dilema: Mudá-las ou me mudar?

beijos :*

P.S: Se julgam o meu ser, FODAM-SE! Eu me contento com eu mesma e sou feliz assim. Não ligo se comentários afetarão minha imagem, me precupo em ME fazer FELIZ do que limpar minha imagem; ou seja, (se eu quiser) só EU tenho o direito de sujar minha própria imagem, e não os OUTROS. Se sujarem, FODAM-SE! Odeio pessoas falsas.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Triste e Desapontada

Hoje, segunda-feira, o dia estava contra mim.
O céu cinzento, clima frio, olhos vermelhos e cansados, tempo apressado, banho, secador, lápis de olho, rímel, boca ressecada, gloss, mochila, corrida pelas escadas, porta, carro - cadê o meu fone, meus brincos, colar? esqueci. já era - escola, carteirinha, catraca, comprimentos, colegas, conversas, sono, escadas, sala, carteira, aula.


Adivinhem. Minhas..NÁDEGAS..Continuam DOENDO! Um pouco, mas estão.
Tive que me sentar - por seis horas, nas aulas - assim:

Imagine, então, como estão minhas costas agora. Ai meu cox!

Quando cheguei na escola, cumprimetei minhas colegas, elas estavam falando de matar 'fulana' por ter estragado uma surpresa - sexta, fizemos uma 'festa' surpresa para Nanny na Família Gaucho, foi uma surpresa saber que ela já sabia da festa - as meninas estavam com raiva. Eu não, ainda estava inconciente e não escutava quase nada. Minha alma ainda estava em casa e meu corpo estava subindo automaticamente as escadas.

(...)

Na aula (chata) de química, depois do intervalo, uma criatura pequena, marrom, com asas - uma mariposa que voava baixo, sem preocupação com os humanos - surgiu de baixo da carteira da Nanny. Ela pulou da carteira e segurou minha mão, gritava:
-AAHH!! UMA MARIPOSA! MATA! MATA!
No final, a criatura sofreu um leve acidente de tênis e partiu para autra dimensão. rsrs
(...)
Um colega nosso estava discutindo sobre a pronúncia correta do nome de Leonardo da Vinci. Ele dizia: "Vinci" (do jeito que se escreve); e nós diziamos: "VINTI!" (em italiano). O cara entendia VINTE (numeral: 20). Adne (colega que ri escandalosamente, feito porco) chegou até a perguntar ao professor.
-Psôr! Como se fala "da Vinci"? - perguntou em voz alta.
(vaiada)
-Vinti - respondeu.
(...)

Aprendemos um novo jeito de decorar a Tabela Periódica! - Fazendo frases sem-sentidos comos elemetos químicos.
Acompanhe: (na vertical)

IA: Li Na Ksou com Roberto Césio na França
IIA: Beth Magrela Casou com Sr.Ba Rao
IIIA: Bom Aluno Garante Indice Total
IVA: Cada Situação Gera Sonhos Proibidos
VA: Não Posso Assistir Suruba Bissexual
VIA: O S Se Te Porquinhos
VIIA: Ficou Claro que Bhrama Imitou Antártica
VIIIA: Helio Neurótico Arrancou o Kr*lho do Xerife Ronaldo


Troquei algumas palavras das originais, mas ficou legal né? Agora, não me perguntem como decorar os nomes dos elementos.
(...)
Aula de Redação. Na apostila, tinha umas tirinhas meio sem graça só pra deixar a apostila 'interessante'. Adne já tinha lido as tirinhas da aula de Ambiguidade, ela ri com qualquer tirinha.
Ela não esperava a hora da professora ler essa:


-É agora. Essa é a mais engraçada. - dizia ela, não esperava acabar o quadrinho para rir.
E a 'Psôra' começava a ler os balõesinhos.. "Veja! Posso chutar minha cabeça! Aposto que você não pode!".."me expressei mal!"
A menina MIJOU DE RIR! Ficou rosa, vermelha, roxa, azul. Não conseguia respirar, ria como porco, chegou até a chorar.. E a professora não entendendo nada.



Final da aula. Uma gangue veio falar com a menina(Paula) que 'estragou' a surpresa, exclareceu tudo, pediu desculpas e pronto. Sem detalhes. Pena que as meninas continuaram um pouco bravas, afinal, foram semanas de trabalho para arrumar essa festa. Nanny apenas descobriu.
Chorei um pouco, não pela Paula ter contado, mas pelo fato de saber que não consiguiremos fazer outra surpresa (e pelo esforço), o fato de não fazer uma despedida 'decente' ou marcante - como previamos -, o fato de que ela vai embora. O dia está chegando rápido, muito rápido <-- Isso me deixou mais triste ainda.

Pra piorar: fiquei sabendo que teremos SIMULADO (justo) nesse sábado. F*deu!


Resumindo:

Problema 1: O tempo de arrumar foi muito curto e fiqui ridícula.
Problema 2: Uma mariposa invadiu a sala e foi morta.
Problema 3: "da Vinci" se pronuncia "da Vinti", sem discussão.
Problema 4: Não entendi nada na aula de química hoje e é provável que caia na prova. A única coisa que prestei atenção foi o negócio da Tabela Periódica.
Problema 5: As meninas 'discutiram' com a Paula e morreu o assunto por aqui.
Problema 6: Tem Simulado essa semana e estou ferrada.
Problema 7: Nanny vai embora no dia do Simulado.
Problema 8: MINHA BUNDA CONTINUA DOENDO! [vou parar no hospital] (quem tem Dorflex?)
Problema 9: Adne tem sérios problemas de risos.


Chega de problemas por hoje!


beijos ;*


P.S: O Post abaixo é pra quem gosta de Twilight saga. Cullens (e Jake) de Go-Go Boyz! YUHULL!!\oo/