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domingo, 18 de outubro de 2009

Conceito das Almas

-Não é paranormal, você é excelente em prezumir e adivinhar as ações e pensamentos das pessoas. - foi o que ele disse - Foi com esse dom que te levou até aqui.
Sempre desconfiei de mim mesma de que eu pudesse ler mentes ou prever o futuro. Não é verdade. Eu consigo adivinhar as palavras que saem da boca das pessoas ou o que estão pensando - posso dizer que é óbvio demais deduzir o pensamento deles. Suas mentes são abertas e qualquer atitude revela tudo - um simples olhar então...
-Você acha mesmo?
-Sim. Acontece comigo também, mas nunca vi outra pessoa adivinhar tão certamente quanto você.
Começei a analizar sua expressão. Ele deu um sorriso, ele sabia que eu estava tentando descobrir o que ele estava pensando, por isso ele virou a cara.
-Não finja que não sabe que eu estou tentando adivinhar o que você está pensando - brinquei.
-Não precisa se esforçar. -ele olhou no fundo dos meus olhos - Suposições vêm das observações racionais.
-Por que somos tão iguais?
Ele precisou de tempo pra pensar.
-Não sei. Talvez somos tão compatíveis juntos...Tipo, Almas-gêmeas.
Recuei e corei.
-Não se assuste - ele pegou meu braço e se aproximou - Até faz sentido, se você for pensar nesse lado.
Tive que pensar. Deveria ter algum propósito ele ter dito aquilo. Será que ele estava mesmo a fim de mim? Se esse negócio das adivinhações fosse mesmo paranormal, dava pra entender que somos iguais perante as almas. Ter algumas semelhanças todos têm, mas tão complexo como nós, acho que não. Soou estranho para mim, afinal ninguém acredita mais em Alma-Gêmea - o que me fez pensar se essas pessoas nunca amaram na vida.
Ele sorriu. Meu silêncio denunciou que eu estava pensando nisso.
-Você acredita em reencarnações? - perguntei.
-Acredito. Acredito também na hipótese de que, na vida passada, o amor entre essas almas eram tão forte que permanece fixo na Terra, fazendo com que elas voltem.
-E se elas encarnam novamente em um outro corpo, longe da pessoa amada?
-Talvez, elas nunca se encontram novamente. Raramente irão se encontrar, já que, ao amadurecerem, encontram as pessoas mais proximas e possíveis. Se elas acharem a pessoa certa, será obra do destino. Mas aí leva anos e encarnações e gerações até eles se cruzarem novamente.
Está respondido porque as pessoas não encontram o amor. Elas apenas buscam o possível, florecem esse amor e tentam mantê-lo, maioria das vezes fracassam. Mas penso que não basta ser Alma-gêmea pra dar certo naturalmente. Como qualquer amor, há a conquista, amadurecimento, paixão e harmonia. Não importa quem é, ou como, quando, porquê. Que seja bom enquanto durar, que seja ótimo se durar pra sempre.

-O que estamos levando conosco, vamos levar pro além. Não importa se a morte possa nos separar, não importa o que poderá acontecer. Você têm meu coração, quero ele de volta do outro lado.
-Vou tentar te alcançar para devolver.
-Não. Quero que fique com ele pra se lembrar de mim.
-Não - insisto - Quero ir com você.
Ele segurou meus ombros e olhou fixamente para mim, ele estava preparado pra dar essa mensagem:
-Eu posso ter dito uma vez que é difícil nossas almas se encontrarem de novo, mas pensa bem. Um dia nós nos encontraremos de novo, como nos encontramos nessa vida.
-Vou sentir sua falta - meus olhos estavam transbordando de água - Vou sentir saudades do seu amor - gotas começaram manchar meu rosto.
-Um dia a gente vai se encontrar. Não se esqueça disso.
Por mais que eu queira ele por perto por mais de alguns dias, a vida não me permite.'
-Não durou tanto quanto eu esperava.
-Durou sim! - ele exclamou.
-Mas parece que não aproveitei o suficiente.
-Pense em todos os momentos que passamos juntos, todas as lembranças. Nossa história juntos será inesquecível.
-Não quero viver do passado. Me deixe ir com você! - eu insisti.
Ele me fez uma careta e reprimiu.
-A vida é tão injusta - protestei.
Ele me abraçou fracamente, mas meus braços reforçaram. Ele tossiu por causa da força, me afastei em reação. Ele riu.
-Me desculpe se eu te enganei, me perdoe se eu te magoei. - eu não sabia formular um discurso.
-Não peça desculpas. Eu tenho que te agradecer. Por Tudo! Você fez minha vida fazer sentido, e sem seu amor eu não seria nada.
Não sabia o que dizer, não porque ele me calou, mas não encontrava as últimas palavras para lhe dar. Sabia apenas três:
-Eu Te Amo.
-Eu também te amo.
Esperei ali - no silêncio brando do quarto - contava cada segundo, torci para que não haveria um último; pensei o que aconteceria se chegasse a sua hora, torci para que não chegasse; acariciei seu belo rosto, enxerguei seu antigo rosto jovem apaixonado, seu sorriso, pálido, porém iluminava aquele instante, segurei sua mão o tempo todo. Seu olhar estava fraquejando a cada minuto, mas não tirava os meus dos dele, com medo de perdê-lo em minhas memórias. Torci para que aqueles lindos olhos verdes nunca se fechassem.
Mas eles foram se fechando lentamente, seu coração - já batia fraco - foi se apagando.
E no silêncio, eu mergulhei. As bolhas da mágoa flutuavam na minha frente, fiquei sem oxigênio da esperança. Já não sabia mais qual eram as minhas lágrimas. Meus pensamentos diziam que logo me encontrarei com ele, que nada poderia nos separar, que estava alcançando meu amor.

domingo, 19 de julho de 2009

Jogo da Vida: a revolta do destino

Isso é um trecho, parte de um livro que estou criando. Jogo da Vida

Sinopse: Um grupo de pessoas de países diferentes participam de uma espécie de jogo filosófico, capaz de fazer qualquer um perder a cabeça. Eles passam um mês em uma ilha paradisíaca, desconhecida. Todos estão lá pelo simples motivo: um prêmio de 10 milhões de euros; equivalente o resto de sua vida! A cada semana alguém é eliminado misteriosamente, sem deixar nenhum rastro. Cada dia é uma prova, quem fracassar está a um passo dessa eliminação. Quem ganhar o jogo, descobre toda a trama, todo o mistério por trás dessa ilha, todo o esquema do jogo, descobre o que realmente acontece com os jogadores eliminados e descobre o sentido de viver.

Gostaram? Se gostaram passarei a postar mais.
Agora só estou passando o resumo da vida dos participantes para vocês entenderem que todos precisam de ajuda. (Faça sua parte)

beijosmeliga ;*

P.S: Realmente, não tenho nada para fazer nessas férias. Se eu postar algo do meu dia, o blog não estaria interessante. Acho interessante retribuir esse livro, caso acham interessante.
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A vida de Rachell Bennett parecia simples demais. Uma moça muito bonita, cabelos ruivos acastanhados, olhos azuis, pessoa alegra, divertida, simpática, com uma bela família e um bom emprego. Apenas isso o que a vida lhe proporcionou como base de sua felicidade. Porém, minutos podem mudar sua vida. O mundo resolveu se revoltar contra ela, sem deixar uma segunda chance à ela.


1994: Rachell acaba de se mudar para a cidade de Londres, à procura de um emprego. Havia largado sua antiga vida para trás. Ela havia brigado com seu namorado, Rick, pois ele traiu ela, com a melhor amiga. Rachell achou que uma nova vida, em uma nova cidade, poderia recomeçar tudo e esquecer seu passado. Ela conseguiu uma vaga no banco.

1998: Uma promoção. Todos seus colegas de trabalho resolvem fazer uma festa para comemorar no bar. Um rapaz bonito, cabelos claros, está a encarando no balcão. Minutos depois, o rapaz veio falar com ela.
-Rachell? - disse ele. - Se lembra de mim? Estudamos junto na sétima série, em Liverpool. Eu sou Josh Sulivan...
-Sim! Eu lembro. Como vai, Josh? Há quanto tempo!
Conversa rolava solta, assuntos mudavam à cada minuto, afinidade florecia. Algo que Rachell nunca chegou a pensar que esse cara poderia ser tão amigável.
-Quer sair desse lugar agitado? Dar uma passeada pela cidade... - propos ele.
-Sim.
Ele lhe mostrou um belo lugar, onde as luzes do luar pudessem ressaltar a beleza dela. Um parque, seu refúgio particular.
-Belo lugar, não? - disse John.
-Sim. Muito belo!
-Belo demais para um beijo?
Ele veio se aproximando vagarosamente, encostou suas mão na sua face, fazendo com que ela olhasse para ele e, então, encostasse seus lábios nos dele.

2001: Josh e Rachell já estavam namorando, morando junto em um pequeno apartamento.
-Josh, preciso falar com você. - disse Rachell.
-Eu também preciso. Você primeiro.
Ele sentou em sua poltrona.
-Eu fiz um teste hoje. - ela prosseguiu, ele continuou calado. Talvez já soubesse qual é o teste.
-Você está... - ele não conseguiu completar a frase.
-Sim - ela completou. Ele entendeu sua indireta.
-Isso é ótimo! - ele exclamou, com total empolgação.
-Não está bravo comigo?
-Por quê estaria? Não é sua culpa. Quer dizer, teoricamente é a minha culpa, mas...
-Você quer ter esse bebê?
-Sim. Quero criar esse bebê com você. Quero passar minha vida ao seu lado...
-O que você quer dizer com isso?
Ele pôs a mão no bolso e retirou uma caixa aveludada.
-O que estou querendo dizer: Quer casar comigo?

2004: Rachell, deitada na cama, observava novamente seu lindo e brilhante anel dourado, com traços finos e delicados de prata nas bordas. Charlie estava assistindo algum programa infantil na tv.
-Adivinha, querida. - disse Josh logo que abriu a porta de seu novo apartamento - Fui promovido!
Rachell nada dizia, então Josh foi até seu quarto, onde ela estava. Agora, estava sentada, esperando por ele.
-Tenho que lhe contar uma coisa...

Um choro de bebê ecoava pelos corredores do hospital.
-Olha, meu amor. Veja como ele é lindo! - Rachell murmurava para Josh, deitada na maca, com uma camisola branca meio rosada.
-Ele é tão pequeno, mamãe. - sussurrava Charlie para que o bebê não acordasse.
-Bem vindo ao mundo, Peyton. - disse Josh.

2007: Gritos, xingamentos, reclamações, duas vozes altas falavam ao mesmo tempo atrás da porta. As crianças estavam grudadas nessa porta, com esperança de que essa briga terminasse.
-Charlie, eles vão parar, não é? - dizia Peyton, com seus olhos transbordando de lágrimas.
-Não sei, Peyton. Não sei.

Advogados, Rachell, Josh reúnidos em uma sala.
-Assine aqui, Sra. Bennet. - disse um dos advogados, apontando para um papel no centro da mesa. - Pronto. Já acabamos esse processo. Vejo vocês no tribunal, a guarda dos filhos.
-Meretíssimo, tenho provas de que Sra. Bennet não é capaz de cuidar de meus filhos - dizia Josh - Aqui está uma foto de Sra. Bennet no parque com as crianças. Veja o detalhe que ela está de costas e distante das crianças. O fato de...
(...)
-Concluo: O pai fica com a guarda dos filhos. - diz o juíz.

Rachell é demitida por suspender seu tempo no trabalho. Ela encontra seu ex, Rick, pelas ruas de Londres, ele começa a mexer com Rachel, mas ela o ignora. Rick faz ameaças. Rachell desmaia.
Ao acordar, ela vê manchas roxas em toda sua pele, sangue caindo sob sua boca, dores nos braços e pernas; ela não consegue se levantar... O som de uma sirene se aproxima, luzes vermelhas piscavam constantemente. Rachell fica inconsciente.

"Não entendo. Eu não fiz nada de errado a eles, por que estão fazendo isso comigo? Sozinha no mundo, novamente. Dessa vez, não há um novo começo. Será que Deus fez essa tragédia comigo para eu aprender algo, para me arrepender ou algo do tipo? O mundo se revoltou contra mim. Não tenho casa, não tenho família, emprego, felicidade e - o mais importante - esperança. Tudo aquilo que eu tinha, foi tirado aos poucos. De quem é a culpa, então? Não há ninguém para julgar. Se está lendo essa carta, quer dizer que eu já morri... "

-Quem é você? - perguntou Rachell.
-Eu sou Nickolas Johnson. Tenho algo para lhe propor.


To be Continued...

domingo, 21 de junho de 2009

Fear Dream

CJ disse uma vez que seu inconsciente domina o consciente. O Inconsciente pode acontecer; ou seja, o que você pode ter sonhado pode se tornar realidade.

Meses atrás sonhei com o elenco de Crepúsculo, só que reais - Não, eu não os vi pessoalmente - invés de vampiros, pessoas normais; invés de nômades, uma gangue. Aquela cena que a Bella vai encontrar com o James no estúdio de balé.. Dessa vez era numa estrada (aquelas de viagem) deserta (sem nenhum carro), aos lados coberta de vasta vegetação. Havia um caminho em direção à floresta, com a marca de roda esmagando a grama.. O esconderijo de James.
Dois meses depois apareceu no Fantástico sobre um assalto ao banco que manteve vários reféns. O esconderijo de James era exatamente IGUAL ao dos ladrões do banco. O angulo da câmera era o mesmo do meu sonho.
(Mas isso é outra história)

Hoje vou contar não o que aconteceu, e sim o que não aconteceu, ou o que pode acontecer - Na verdade, o fato aconteceu no meu inconsciente. Espero muito que isso NUNCA aconteça. Vá por mim, se quiserem morrer de medo prossigam, se não, parem por aqui. Talvez, deve ser pior em mim - que estou sentido isso - do que em você - que só está lendo.



No meu Sonho:

A casa estava escura e silenciosa. De repente ouço um estrondo no andar de baixo (na sala). Desço correndo pelas escadas e vejo o inesperado:
Sangue no sofá (nesse momento não conseguia ver a vítima) e um vulto segurando uma arma apontada pro sofá. O assassino era o meu pai e a vítima, minha mãe.
Gritava apavorada, acordando todos pela casa. Meu pai agarrava pela boca, ameaçando me atirar também. Todos acordam, viram testemunhas do assassinato.
Ele chega a matar as testemunhas, logo eu sou testemunha e ele vem atrás de mim com o revólver na mão. Implorava:
-Não! Por favor, não. Eu sou tua filha, a pessoa que sempre te amou. Não faça isso comigo!
-Mas você é a primeira testemunha. Não posso deixar um rastro por trás disso.
-Se você me matar, aumentará mais ainda o seu crime. Sempre haverá rastros indicando que você é o assassino, só que você não sabe. Eu nunca denunciarei meu próprio pai! Por favor, não me mate!
Estranho que os vizinhos não haviam chamado a polícia. Na verdade, no meu sonho não existia mais ninguém além de mim e meu pai, mais ninguém.
Ele preparava sua fuga. Entrou dentro do carro e deu a partida. Comecei a chorar, não por ele ter matado minha família; não por ele quase ter me matado, mas por ele ter me largado sozinha, sem o menos ter me levado junto - já que no sonho não havia mais ninguém, agora.
-Não vá embora! Não me deixe! EU TE AMO! - gritava pra o meu pai, mas o rangido do carro parecia ocultar minha voz, então gritava mais alto para que ele ouvisse.
-Eu também te amo. - ele gritou e foi embora.
-Acho que não. - murmurei baixo, mas ele ouviu.
Refleti-me. Matou minha mãe, pois estavam brigando muito e não aguentava mais discussões - na vida real eles são separados (por brigas). Ele estava pensando no próprio orgulho, egoísmo e ganância - assim como ele é na vida real. Não ouviu sua emoção e agiu com a razão: Matar todos para que não há testemunhas. Isso era o certo para ele e o errado para mim.
Solidão. Diante de um tremendo e assustador silêncio, conseguia ouvir os pássaros das manhãs cantarolando e depois se calaram ao luto. Até agora, nada do som da sirene policial chegar aos meus ouvidos. Completamente, só.

Disseram uma vez que, o que acontece no seu sonho e parece real é algo que te incomoda. É a pura verdade. Não aguento ver minha mãe resmungando após uma briga com meu pai, não aguento mais ter parentes em casa - usando e abusando da moradia e do sustento - e não consigo suportar a solidão.

Juntando a teoria do CJ e a do incomodo.. Bom, desejo que isso NUNCA vire real. Um dos meus maiores medos é não conseguir aproveitar o que tem na vida a tempo, solidão e meus pais irem embora/morrerem.

beijosmeligaurgentemente :*

P.S: Estou com medo de sonhar.
P.P.S:Agora, surgiu um novo medo: que esse sonho trace o meu destino.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Me expresso através..

..de música! Afinal, Quem canta seus males espanta. Tomara que gostem!
[link dos videoclips]

Eu sinto areia nos meus pés, teu olho azul da cor do mar
Eu sigo em frente eu tenho fé um dia eu vou te encontrar
Não sei onde você está, vou te guardar aqui dentro
Com a forma de uma flor que balança com o vento

Vou pegar a chance de viver sorrindo
As pegadas que você deixou eu fui seguindo
Horizonte limpo, sem tempo fechado
O sol beijando o mar, o céu alaranjado

E as nuvens parecerão completar o desenho que fizemos no chão
As ondas não apagarão o que eu e você temos no coração
-Praia; smu
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Agarrado em coisas que desapareceram
No ar
Me deixou em pedaços
Mas agora estou levantando das cinzas
Encontrando minhas asas
E tudo que eu precisava
Estava ali o tempo todo
Dentro do meu alcance
Tão próximo quanto o bater do meu coração
-Time of my life; David Cook
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Não posso me aproximar se você não está lá
Não posso entrar se não há alma para descobrir
Não posso te consertar, Não posso te salvar
É algo que você precisa fazer

Então eu te deixarei ir,
Te libertarei
E quando você tiver visto o que você precisa ver
Quando você se encontrar
Volte pra mim
-Come Back to me; David Cook
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Porque a possibilidade que você sentiria o mesmo em relação a mim,
É muito, simplesmente muito
Por que eu continuo fugindo da verdade?
Tudo em que eu penso é você
Você me hipnotizou tão fascinado
e eu só tenho que saber...

Você já pensou, quando você está sozinha, tudo o que podemos ser. Onde pode ir?
Estou louco ou me apaixonando? Isso é real ou é apenas uma outra 'queda'?
Você suspira quando olho pra você, você está se segurando do jeito que eu estou?
Porque eu estou tentando, é tentando fugir.
Mas eu sei que esta 'queda' não vai ir embora, não vai embora

Já passou pela sua mente
quando estávamos saindo, passando um tempo
eramos só amigos
É algo mais, é algo mais?
É uma chance que temos que agarrar, porque eu acredito que nos podemos transformar isso em algo que dure para sempre, para sempre.
-Crush; David Archuleta (música disponível no meu playlist ao lado [iPhone])
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Mas é mais difícil de segurar as suas mãos do que as mãos do tempo
Eu preciso de uma mão. Eu estou tentando segurar
Perdendo força nestas minhas mãos. Eu preciso de você aqui
Eu estou tentando segurar. Estou aqui de pé, com mãos abertas
E eu sei que eu não posso fazer isso sozinho. Segurar, segurar. Querida, segure.
Você pode segurar minha mão. Não vá embora
-My Hands; David Archuleta
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Sinto sua falta
Onde você está? E eu sinto muito
Não consigo dormir não consigo sonhar esta noite
Eu preciso de alguém e sempre
-I Miss You; Blink 182
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Que eu vou parar o tempo,
Contemplar você
Minutos em silêncio
E a terra não para, não para, não para
Eu sinto que o seu beijo,
Ainda me faz tremer,
A noite virou dia
E a terra não para, não para, não para
-A noite virou o dia; banda Cine


Percebeu que a maioria das letras são sobre a partida de um amante/lover e que deseja ela de volta. Invertendo os personagens (de ela para ele), é um pouco estranho saber que só depois de um arrependimento vem o descobrimento. Por estranha vontade, mas eu sinto isso.
Estranho da minha parte ter escolhido cantores ou/e boyband. Mas, vem cá; Eles não são lindos? (risos) ((Tirando Blink 182, e alguns integrants da banda Cine))
Voltando ao sentimento.. Okay. É difícil explicar o nível dele, mas é esquesito. Quanto ao descobrimento.. Talvez seja um crush (queda). Se considerá-lo como: suspiros ao pensar nele, pensar 24h; relembrar dos momentos, dos fatos; do que poderia ter acontecido se alterasse apenas uma ação.. É uma necessidade estar ao seu lado, assim como eu preciso de alguém e sempre.
Quanto ao arrependimento, causado pelas minhas ações ou as que eu não cometi. Estive me perguntando se haveria tal possibilidade, se pudesse haver um meio de continuar. Parar o tempo seria um dos meus maiores desejos, agora. Ou talvez voltar nele e reescrever uma nova história.


Ninguém tem o poder de reescrever o passado. O meu presente tem esperanças e assim no futuro eu vou te encontrar. Não sei onde você está, Vou te guardar aqui dentro. Porque eu acredito que nós podemos transformar isso em algo que dure pra sempre.

beijosmeliga ;*

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Confiança: parte 2

Então, acho que acaba por aqui. Seria questão de vontade ou, talvez, todos foram para caminhos diferentes por escolha própria? Tudo estava escrito, mas só agora li e percebi: A união não será a mesma.



A vida inteira esperei uma resposta
É engraçado como tudo aconteceu
Quando parei de esperar
Minhas escolhas me trouxeram até aqui
De alguma forma já sentia isso antes
Então era pra acontecer



O destino me fez ir embora
O tempo vai nos dizer quem é quem
Pode não ser o fim da nossa história
O destino me trouxe até aqui
Minha intuição me diz pra continuar
E seguir meu coração



Sei que não posso controlar o tempo
Tão pouco posso controlar meus sentimentos
Mas fico feliz só de te ver
Palavras certas podem consertar um erro
Mas são os erros que fazem as palavras
Viverem para sempre
-O Destino, Nx Zero



Um sujeito pensaria: Poderia ser eu o problema? Há algo errado comigo, só pode ser.
Mas logo ele contra-diz: Eles que são o problema! Estou me esforçando o máximo para dar certo, eles que não aceitam!



Então, ele vê que isso é verdade. Essa ideia se tornou uma teoria, e de uma teoria, uma prática.
O dia-a-dia começou a não fazer mais sentido, tédio e depressão tomaram conta desse ser. 'Eles' não queriam intrometer nesse momento de depressão - achando que possa piorar - então, o deixou ali - sendo que, o que ele realmente esperava era ser consolado. Logo concluiu que ele não é valorizado, não era importante para eles; os mesmos não se preocupavam com o seu humor ou se importavam com o bem-estar dele.
Hoje, o sujeito resolveu mudar, encontrou alguém que se importa com ele e aproveitou as risadas, as conversas, as brincadeiras... Um novo humor surgiu: o da alegria, misturado com prazer e aquela felicidade de que encontrou a resposta.

Mudá-las ou me mudar.. já não é mais esse seu dilema.

Agora é:

Manter o que já tem (ou tinha) ou daixá-lo para trás e curtir seu novo humor (do lado das pessoas certas)?

Existe 60% de chances do segundo dar certo, mas o sujeito não quer largar o que já tem.

Seu corpo diz para liberar,
sua alma não consegue abandonar.
"O que o coração diz que eu não posso escutar?"
pergunta o sujeito.

Talvez o sujeito esteje exagerando (como disse um amigo) e pensando por um lado obscuro e estreito, onde nenhum pensamento positivo possa entrar.
Isso é apenas o começo do fim, ele vai se propagando até se tornar oficial. Ainda não viu a outra versão da história para começar a julgar assim, desse jeito.
ELE HAVIA PROMETIDO A SI MESMO QUE NUNCA MAIS IRIA JULGAR, - pelo arrependimento, causa da dor amarga no peito - mas ele julgou sem conhecer o próprio julgamento; não sabia que estava julgando, apenas pensava que seria a coisa certa a fazer.
PROMETEU QUE SERIA UMA NOVA PESSOA, uma boa pessoa. Ainda há um caminho a seguir para encontrar essa pessoa, através das atitudes que ela faz. Pena que o sujeito tenha que pensar duas vezes antes de cometer uma besteira, saber conhecer sua atitude; não cometer um erro (o mesmo que acabara de fazer).


beijos :*

P.S.: Hoje não tem foto pessoal. Tá dando um problema do troço que coloca foto no post; trava a pag --'
Desculpaê! Talvez na próxima.. O chato é que não fica tão caprichado assim ;/

terça-feira, 26 de maio de 2009

O trem está desembarcando


Última chamada. O trem está partindo. Abraços, choros, emoções, ela despediu. Nunca esquecerei desse dia, o dia em que você partiu.


-Nanny, temos uma surpresa pra você. - dizia Gabe.
-É. Não sai daí! - dizia Adne correndo para as escadas com Gabe.
-Não! Não, não quero surpresa! Bia, o que é? É grande? Elas vão trazer aqui pra baixo, no meio dessa galera? Posso ir no banheiro? -perguntava Nanny, tentando escapar da surpresa pra não passar vergonha no intervalo.
-SURPRESAA!! - todos gritaram. Gabe entrgou uma caixa em formato de coração com um monte de cartinhas e presentes. Abraços de agradecimentos, pesentes, ler cartas. Eu dei um livro Desejo-lhe Feliz Mudança, esse livro rosa-branco-preto em baixo.


(...)

Bateu o sinal e Nanny teve de despedir de um monte de gente - ela é especial para toda a sala - e até a Jú chorou. Fotos, mais presentes da Camila e mais despedidas. Camila deu um porta-retrato com uma foto nossa do ano passado quando fomos no Hopi Hari. Bons tempos, cara.

<-- (Da esquerda pra direita) Fê, Gabe, Paula, Adne, Camila, Ianny, Eu, João, Bia.

(...)




Eu, Nanny, Adne, Gabe e Paula passamos a tarde no prédio da Nanny, sentadas na madeira, ar livre e lendo um rolo de cartas. Ventava, nuvens cinzas apareceram, garoava, bem o nosso clima. Paula escrevia algo em um papel de caderno com um grifa-texto.

-Assine. - ela pedia para cada um.

-O que você está fazendo?

-Vamos jogar esse papel nesse vão da madeira e ficará lá como recordação desse dia. - ela não falou nessas palavras, mas a ideia foi profunda!Tiramos até foto para recordar esse momento. Todas nós segurando uma ponta do papel e empurrando para o papel entrar. Choramos, abraçamos.. Momento para recordar.

-Como iremos voltar aqui para buscá-lo?

(...)


Entramos e ficamos no hall, sentamos nequele sofá branco que irei recordar. Nanny subiu para.. seilá! Houve uma ventania fote lá fora. Saímos e uma toalha branca havia caído da sacada do ap.24[?]. O limpador(gato, qeu sempre adimiramos) estava lá.
-Qual é o seu nome? Quantos anos você tem? - Paula perguntou.
-Anderson, 20.
-Sabe a Ianny desse prédio? Seria bom se você conversasse com ela. Você é importante pra ela.
Deixamos escapar os risos.
-Tá bom.- ele respondeu.
-Ela tá aqui, no hall.

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-Pode vir aqui um minuto? - preguntou Anderson por trás de uma porta no hall. Nanny seguiu em direção a porta e ela a fechou. Ficamos tão curiosas que algumas das meninas foram espiar pela fechadura! rsrs

-O que aconteceu? Você beijou ele?!
-Nada! - respondia ela.
-Como nada?!
-Ele só veio se despedir e perguntou: Posso te dar um beijo?
-Ele deu?
-Não.
Como fiquei com raiva nesse momento.
-Deixei ele dar um beijo no rosto, mas ele pediu: E na boca? Mas não deixei. Pode ter uma câmera lá e não quero acabar com o emprego do cara.
Raiva de novo.

--------------------------------------------------------------------

-Cadê a Ianny? - perguntou Anderson para Paula.
-Lá embaixo, ou lá fora (esperando nosso colega Preto [Pedro] chegar). Posso saber porque?
-Só quero conversar.

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-Ele não achou ela. Então, mandou dizer pra ela pra ligar pra esse número, que é da amiga dele que já está sabendo da história, e passar o número dela. Ele não sabe o número do cel novo dele, não quer perder contato com ela e que gosta muito dela. - Paula disse.
(Anderson entra para ver Nanny, prestes a sair do seu trabalho)
Eles foram conversar. Nanny não deixou ele beijá-la. Ele foi embora. Preto já tinha chegado, a propósito.


(...)


No apê da Nanny, comemos pipoca, bebemos H2Oh. Assinamos no mural-de-metal-verde dela. Assistimos um DVD de Blackmusic (e Rock), cantávamos junto com as músicas que conhecíamos, comentávamos das letras escrotas. Adne canta inglês SUPER bem, afinal. Consigo entender o imbromation dela..
Tinha até música do Justin no meio, Chris Brown, Akon, Beyoncé - todos meus artistas preferidos. Aliás, adoro Blackmusic! Letra ridícula, mas batida é DEZ!

Gabe e Adne tiveram que ir embora cedo. Despediram da Nanny com abraços fortes.

Nem parecia um dia de despedida. Continuamos a conversar sobre música (Black music, Rock..) e assistimos alguns clipes no Youtube, filosofamos sobre situações da Paula..

Já era 19h e meu pai teve que me buscar. Todos foram embora nesse horário.
-Tchau, Ianny! - dei um abraço nela, gostaria de ter dito algo como: Obrigada por tudo! Liga pra mim, caso precisar. Me avisa quando chegr lá.. Não deu! Não saia nada da minha boca! Droga!


(...)

Não tive como deixar lágrimas rolarem, mas chorei por pouco tempo. Logo me distraí e pensei: Serei forte nesse momento.

E o trem partiu, seguindo seus trilhos no qual não possam desviá-los a outro rumo. Lembranças permanecerão pra sempre.

Beijos

terça-feira, 19 de maio de 2009

Final Infeliz




Um lado, está uma amiga - mergulhando num rio de lágrimas.
Pelo outro, está outra - por motivo diferente
Entre as duas, estou eu - caindo nas lágrimas também.


"O final somos nós que fazemos, seja lá bom ou ruim. Agimos e arrependemos. É assim - coisas boas parecem inacabaveis, precisamos levar um tombo pra perceber que não é verdade. Levantamos e continuamos andando. Enxugue as lágrimas! Você não terá o suficiente no sábado. E não culpe você mesma se a sua volta está voltando contra você."
- Bia para Gabe




Só na sua mente o mundo é otimista. A realidade é ser pessimista.



Em http://deliriosirreais.blogspot.com/ explica o fim da amizade entre Paula e Gabe.



Sinto muito, meninas.




Ergui minha cabeça ao alto e pensei: O que pode acontecer de pior agora? O que pode acontencer pra deixarmos mais tristes ainda?
A vida! As injustiças que ela trás de uma só vez. Não aconteceu por acaso, existe a causa e a consequência e o culpado é o destino.
O réu tem seus motivos e o tribunal conclui que ele é inocente. A vítima que se foda! Que se vire nos 30 no mundo!!
Sofremos, mas sobrevivemos. Não quer dizer que o mundo acaba aqui.

A vida é um texto cheio de vírgulas. Um 'quase fim do mundo' é ponto e vírgula. O fim é o ponto final. Considero hoje um ponto e vígula puxado pro vírgula.

Desmoronamos tanto que os olhos derreteram. Levanto e grito:
-PARE! Não tem que ser assim.
Mas perguntam:
-Como deve ser então, se não há como mudar?
Então, fico sem respostas. Devo aceitar como está e não interferir?

(...)

Quem somos nós para descrever a nós mesmos? Apenas quem te conhece sabe descrevê-la completamente.
Temos que auto-relatar sobre sua personalidade. Seus gostos, o jeito, pensamentos.. Levam à personalidade. Deve apenas se auto-conhecer.


O vento secará minhas lágrimas, a briza confortável irá me distrair, mas só você poderá me fazer feliz.



Tudo vai se resolver, de alguma forma mas vai. O tempo decedirá quando e você decidirá como.

sábado, 16 de maio de 2009

Pegar o trem a BH






É difícil ver uma pessoa partir, principalmente se for a pessoa que você adora(ama). Saber que não voltará a vê-la todo dia, o contato, as manhãs, o alto-estima, os assuntos e o dia-a-dia não serão os mesmos.


Seu carisma, suas opniões, seus conselhos, bondade, felicidade, integridade, racionalidade, carinho, as risadas, os micos, as fofocas.. VOCÊ fazerá muita falta! Não tem ideia do quanto.


Uma das minhas Bests (Ianny) vai embora para Belo Horizonte daqui a 1 semana - só estando no meu lugar para saber o quanto ela é importante para mim -, ela estuda comigo na mesma sala. Vou contar um resumo da nossa história:


2008: Eu estudava na outra sala e conheci a Ianny através de uma amiga(Gabriela) que estudava na mesma sala. Nas semanas de provas, fomos nos aproximando - passavamos mais tempo juntas. Foi então que um dia eu briguei com a Naiara (Best da Gaby na época) e nos afastamos (Naiara, Gaby e eu). A Ianny foi uma das primeiras a me consolar, nos aproximamos mais ainda. Perto do fim das provas (do ano) acabou esse afastamento e ficamos numa boa.


2009: Colegial. Eu tive a burrice ideia de estudar a tarde, achei muito tédio e muita fofoca. São poucos alunos que estudam a tarde, depois de um tempo TODO mundo fica sabendo de TUDO sobre você. É horrivel! Ainda tinha um clima estranho na sala por pessoas que não gostaram de outras e tals.


A Nanny ja havia anunciado que partiria logo, então, mudei para manhã depois da semana de prova. Afinal, queria ter a oportunidade de estudar com ela já que não aconteceu ano passado e não passava tanto tempo ao seu lado. Foi uma grande ideia. Estudar com ela é SUPER! Fico honrada.



Agora, ela vai embora e estou tentando aproveitar todos os segundos ao lado dela, mas o tempo não é o suficiente. Tenho medo de deixar não conseguir aproveitar a tempo, sei que ela não vai embora pra sempre só que com certeza não será o mesmo sem tê-la por perto. É como se você ficasse na solidão (novamente).. Não estou só (no mundo), mas uma mudança radical acontecerá daqui a uma semana.



Em um livro, não sabemos o que irá acontecer- apenas virando a página. Gostaria muito de continuar nesse capítulo que estou vivendo hoje, com as minhas personagens secundárias junto comigo, no meu dia-a-dia. Só que as páginas continuam virando, sem você menos perceber, chegou no final do capítulo.

A história continua! Quem sabe depois de mais alguns capítulos os personagens se encontram novamente? Eu acredito nisso.

Como nessas horas eu gostaria de ser a autora da minha própia história, sou apenas uma personagem principal sendo controlada pelo destino, esperando um par romantico surgir na minha história (como naqueles romances em que o cara surge do nada e vem conversar com a garota e você ja sabe que será seu par romântico), esperando um final feliz, aguentando os suspenses, passando pelos piores momentos.. Eu posso escolher como serão as linhas do meu livro, só não posso decidir o rumo dos personagens da história.

Nanny,

Aproveite o seu novo capítulo, e se gostar do último, volte a ler. Boa leitura!

Te Amo³!!



Amizade não tem fronteiras!!