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terça-feira, 15 de setembro de 2009

INCOMPREENSÍVEL

Então, parece ser besteira. Ninguém entenderia - apenas você mesmo compreenderia, pois você já entendeu muito bem do que se passa na sua cabeça, do que está sentindo e do que está vivendo.
Tem em mente de que não é nada, essa situação é desprezada por todos - eles achariam besteira - porém você não pode compartilhar esse pequeno sentimento - que está crescendo dentro de você a ponto de querer explodir, mas não pode e não consegue.

Se tenta explicar o motivo, todas as palavras que saem da sua boca voltam contra você, te acusando de qualquer modo, por nada.
Sabe que você está certa, que eles estão errados - mas pra eles você está errada e eles estão certos. Mais de uma opinião leva tua vantagem embora, sem ao menos entender o seu lado - mas, se não entendem o seu lado, como explicar teu ponto de vista?
Tente se disfarçar, mas não consegue. O sentimento que você está segurando (suportando) cresceu e não há mais espaço para guardá-lo. Agora, ele está transbordando pelos seus olhos - você tem que segurá-lo, guardar essa nova angústia, engolir todas as desavenças. Pergunto: Pra que engolir o choro? Simplesmente pelo fato de ninguém entender seu motivo.

Eles querem te alegrar - e você tem noção disso - não querem te ver assim. Tentam te consolar e você, então, percebe que tudo aquilo é besteira. Por isso, você não pode contar;
Porém, você quer liberá-lo, chorar até tirar ele dentro de você.

Já sabia que era besteria, agora que tudo passou, sabe que é pura idiotice. Só você mesmo para considerá-lo algo que te importe, né?

Por que as pessoas não podem ser um pouco mais compreensíveis com você? Nada de errado com elas, mas respeito é uma das melhores soluções para essa hora.

domingo, 19 de julho de 2009

Jogo da Vida: a revolta do destino

Isso é um trecho, parte de um livro que estou criando. Jogo da Vida

Sinopse: Um grupo de pessoas de países diferentes participam de uma espécie de jogo filosófico, capaz de fazer qualquer um perder a cabeça. Eles passam um mês em uma ilha paradisíaca, desconhecida. Todos estão lá pelo simples motivo: um prêmio de 10 milhões de euros; equivalente o resto de sua vida! A cada semana alguém é eliminado misteriosamente, sem deixar nenhum rastro. Cada dia é uma prova, quem fracassar está a um passo dessa eliminação. Quem ganhar o jogo, descobre toda a trama, todo o mistério por trás dessa ilha, todo o esquema do jogo, descobre o que realmente acontece com os jogadores eliminados e descobre o sentido de viver.

Gostaram? Se gostaram passarei a postar mais.
Agora só estou passando o resumo da vida dos participantes para vocês entenderem que todos precisam de ajuda. (Faça sua parte)

beijosmeliga ;*

P.S: Realmente, não tenho nada para fazer nessas férias. Se eu postar algo do meu dia, o blog não estaria interessante. Acho interessante retribuir esse livro, caso acham interessante.
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A vida de Rachell Bennett parecia simples demais. Uma moça muito bonita, cabelos ruivos acastanhados, olhos azuis, pessoa alegra, divertida, simpática, com uma bela família e um bom emprego. Apenas isso o que a vida lhe proporcionou como base de sua felicidade. Porém, minutos podem mudar sua vida. O mundo resolveu se revoltar contra ela, sem deixar uma segunda chance à ela.


1994: Rachell acaba de se mudar para a cidade de Londres, à procura de um emprego. Havia largado sua antiga vida para trás. Ela havia brigado com seu namorado, Rick, pois ele traiu ela, com a melhor amiga. Rachell achou que uma nova vida, em uma nova cidade, poderia recomeçar tudo e esquecer seu passado. Ela conseguiu uma vaga no banco.

1998: Uma promoção. Todos seus colegas de trabalho resolvem fazer uma festa para comemorar no bar. Um rapaz bonito, cabelos claros, está a encarando no balcão. Minutos depois, o rapaz veio falar com ela.
-Rachell? - disse ele. - Se lembra de mim? Estudamos junto na sétima série, em Liverpool. Eu sou Josh Sulivan...
-Sim! Eu lembro. Como vai, Josh? Há quanto tempo!
Conversa rolava solta, assuntos mudavam à cada minuto, afinidade florecia. Algo que Rachell nunca chegou a pensar que esse cara poderia ser tão amigável.
-Quer sair desse lugar agitado? Dar uma passeada pela cidade... - propos ele.
-Sim.
Ele lhe mostrou um belo lugar, onde as luzes do luar pudessem ressaltar a beleza dela. Um parque, seu refúgio particular.
-Belo lugar, não? - disse John.
-Sim. Muito belo!
-Belo demais para um beijo?
Ele veio se aproximando vagarosamente, encostou suas mão na sua face, fazendo com que ela olhasse para ele e, então, encostasse seus lábios nos dele.

2001: Josh e Rachell já estavam namorando, morando junto em um pequeno apartamento.
-Josh, preciso falar com você. - disse Rachell.
-Eu também preciso. Você primeiro.
Ele sentou em sua poltrona.
-Eu fiz um teste hoje. - ela prosseguiu, ele continuou calado. Talvez já soubesse qual é o teste.
-Você está... - ele não conseguiu completar a frase.
-Sim - ela completou. Ele entendeu sua indireta.
-Isso é ótimo! - ele exclamou, com total empolgação.
-Não está bravo comigo?
-Por quê estaria? Não é sua culpa. Quer dizer, teoricamente é a minha culpa, mas...
-Você quer ter esse bebê?
-Sim. Quero criar esse bebê com você. Quero passar minha vida ao seu lado...
-O que você quer dizer com isso?
Ele pôs a mão no bolso e retirou uma caixa aveludada.
-O que estou querendo dizer: Quer casar comigo?

2004: Rachell, deitada na cama, observava novamente seu lindo e brilhante anel dourado, com traços finos e delicados de prata nas bordas. Charlie estava assistindo algum programa infantil na tv.
-Adivinha, querida. - disse Josh logo que abriu a porta de seu novo apartamento - Fui promovido!
Rachell nada dizia, então Josh foi até seu quarto, onde ela estava. Agora, estava sentada, esperando por ele.
-Tenho que lhe contar uma coisa...

Um choro de bebê ecoava pelos corredores do hospital.
-Olha, meu amor. Veja como ele é lindo! - Rachell murmurava para Josh, deitada na maca, com uma camisola branca meio rosada.
-Ele é tão pequeno, mamãe. - sussurrava Charlie para que o bebê não acordasse.
-Bem vindo ao mundo, Peyton. - disse Josh.

2007: Gritos, xingamentos, reclamações, duas vozes altas falavam ao mesmo tempo atrás da porta. As crianças estavam grudadas nessa porta, com esperança de que essa briga terminasse.
-Charlie, eles vão parar, não é? - dizia Peyton, com seus olhos transbordando de lágrimas.
-Não sei, Peyton. Não sei.

Advogados, Rachell, Josh reúnidos em uma sala.
-Assine aqui, Sra. Bennet. - disse um dos advogados, apontando para um papel no centro da mesa. - Pronto. Já acabamos esse processo. Vejo vocês no tribunal, a guarda dos filhos.
-Meretíssimo, tenho provas de que Sra. Bennet não é capaz de cuidar de meus filhos - dizia Josh - Aqui está uma foto de Sra. Bennet no parque com as crianças. Veja o detalhe que ela está de costas e distante das crianças. O fato de...
(...)
-Concluo: O pai fica com a guarda dos filhos. - diz o juíz.

Rachell é demitida por suspender seu tempo no trabalho. Ela encontra seu ex, Rick, pelas ruas de Londres, ele começa a mexer com Rachel, mas ela o ignora. Rick faz ameaças. Rachell desmaia.
Ao acordar, ela vê manchas roxas em toda sua pele, sangue caindo sob sua boca, dores nos braços e pernas; ela não consegue se levantar... O som de uma sirene se aproxima, luzes vermelhas piscavam constantemente. Rachell fica inconsciente.

"Não entendo. Eu não fiz nada de errado a eles, por que estão fazendo isso comigo? Sozinha no mundo, novamente. Dessa vez, não há um novo começo. Será que Deus fez essa tragédia comigo para eu aprender algo, para me arrepender ou algo do tipo? O mundo se revoltou contra mim. Não tenho casa, não tenho família, emprego, felicidade e - o mais importante - esperança. Tudo aquilo que eu tinha, foi tirado aos poucos. De quem é a culpa, então? Não há ninguém para julgar. Se está lendo essa carta, quer dizer que eu já morri... "

-Quem é você? - perguntou Rachell.
-Eu sou Nickolas Johnson. Tenho algo para lhe propor.


To be Continued...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Brincando com fogo

Eu tava com medo de que o país não fosse a Noruega!`Porque aí..FUDEU! Descobrimos que era sim! (UFFA!)
João interpretando sua própria parte da apresentação:
(voz grossa, pausando no meio das palavras, com ar de )
(...)o clima da Noruega é bastante rigoroso, com Invernos muito..[pausa]..frios.
Parecia até o professor Rocco falando! (arrancarisos)
A apresentação foi bem curta, mas a professora gostou, então..oquereclamar?
A professora Angélica não veio hoje e quem foi substituir é uma professora de Matemática (do segundo ano) MUUUITOO CHATA!! Gosta de mandar povinho-falante da sala pra fora, é injusta, cafona e grossa!
A gente tava mascando muito chiclete e Adne fez uma bolona que tinha um formato de bunda! Só que um lado maior que o outro. Ela fez uma outra bolona. Estorou e grudou chiclete no nariz! CAGEI de rir!! Meus movimentos foi tão escandaloso que a professora mandou sair da sala. Pô! de novo?! (Eu, Adne e Rayssa)
Explicamos uma história paralela da do chiclete. Dissemos que a Adne se atrapalhou nos livros - derrubando tudo, e eu ri. Mas ela derrubou a apostila mesmo (uma hora), e eu ainda tava prestando atenção na aula MESMO! SÉRIÃO!! Tava começando a entender as funções do problema na lousa.. A Raah não tinha nada haver com a história, só tavasentada quieta atrás de mim. [nãopensemmerda]
Pela primeira vez, escreveram na minha ficha. (okay. E daí?) Ela escreveu:
"Orientação(...) Estava rindo na aula da Samantha enquanto explicava a matéria."
É a quarta vez da Adne!!
No da Raah, a moça escreveu:
"Mandada para fora, pois estava atrás das colegas que estavam rindo" --'
Disse que vai ver com a professora se ela pode tirar essa 'acusação'. Injusto, mew!! Ela nem dá aula pra gente e vai logo mandando na sala? Só porque é professora?! Não abuse tanto da autoridade! Nem estavamos atrapalhando a aula dela.
A Professora de Literatura tava chorando pelos cantos. Ela até falou com a gente e reclamou da nossa sala, com jeitinho. Todos os professores reclamam dela! Mas é verdade, é muita barulheira. Ela pensou que fossemos as únicas responsáveis do barulho. TODOS são responsáveis!
Depois era intervalo e tudo se tranquilizou.
Hoje, um amigo/colega, Rafael, da tarde "matou aula" na nossa sala. Ele é amigo da Gabriela (uma colega que tem "fama") e tava do lado dela conversando.
Obs.:Essas informações podem não ser concretos.
Gabriela: Qual menino você acha o mais bonito? -o amigo não é gay tá? só pra avisar-(aponta o dedo ao redor da sala)
Mariana(colega): O que você ta falando mal de mim?
E começaram a discutir.
Mariana sentou perto de nós, Rafael tava do lado conversando com ela. As vezes Adne e Rayssa metiam o dedo na conversa. Eu fui sincera e disse uma vez:
-Sinceramente, as pessoas que ficam falando dela se preocupam com a vida dela. Só ficam falando nas atitudes erradas.. Nimguém toma a ATITUDE de chegar nela e falar a verdade.

Vixxee!! Que rolo aconteceu hoje, depois da aula!
Adne simplesmente me puxou, só fui seguindo. Ela estava indo em direção a cantina.
Adne bateu-boca legal com a Gabriela. Já não estava entendendo nada. Uma falando merda, outra falando que a outra não sabe o que tá falando.. Tentava tirar ela dali, mas ela continuava no mesmo lugar.

Só quando terminou a briga eu fiquei sabendo do que rolou: Falaram que ela tinha falado mal da gente. Adne interpretou mal a história, eu acho.
Logo fomos falar com o povo, discuti sobre ela, sobre suas atitudes erradas e sobre suas escolhas; sobre eu estar nem aí pra ela, nem se importando, nem ligando pra ela/que ela faz. Propositamente pra não julgá-la. Ela até agora não fez nada de mal para mim/comigo, então para quê julgar?
Rayssa conversou com Gabriela e ela tava chorando muito.
Liguei pra Raah. Ela não se lembra de todos os detalhes, mas ao longo da conversa ela lembrava.
A gabriela tava super mal com a Mariana e com a Adne por causa de hoje. A Raah disse pra conversar com elas, só que a Gabriela falou que elas vem com 5 pedras na mão e não tem como conversar assim. Pior que é verdade!
Ela também tinha falado que ia conversar com a direção pra falar com os pais dela sobre isso. A Raah deu um toque e disse que isso é coisa de primario e eles não vão ajudar em nada. Havia comentado isso com ela, a direção não vão ajudar na vida pessoal de nenhum aluno. Se ela que não consegue fazer amigos, problema é dela!

Sabe de uma coisa? CANSEI! [prontofalei]
Já havia ignorado os boatos dela, nem ligando para o que ela fazia/dizia..NADA! Os problemas são delas, pra quê meter o nariz no meio? CANSEI! E repito: CANSEI³
Odeio julgamentos. Se me julgarem de julgar, eles estão errados (me julgando). Sinceramente, EU NÃO SEI JULGAR! Principalmente se for uma pessoa que nem/mal conheço, como a Gabriela. Quer dizer, conheço mais tempo que qualquer pessoa da minha sala.
Algumas atitudes que ela faz me incomoda, mas nem ligo depois. Já confessei isso pra ela, disse até que por causa dessas atitudes, todos têm uma impressão totalmente errada dela. E essa fama? Piora mais com as atitudes! Ela é apenas DIFERENTE, e ninguém supera além do normal.
Dei um conselho (o meu lema):

Não se importe com os que os outros digam/comentam. Pensar nisso só fazerá mal a você. Deixe eles de lado, a poeira irá abaixar e tudo estará melhor. Fica na tua!

Isso foi na época do 'auge'. Todos odiavam ela por ter estracado a união da sala.
Comparando, está melhor mesmo. Ela até mudou um pouco. Agora os outros que fazem ela ter essa impressão, não as próprias atitudes. Mas ela continua se preocupando com a imagem.
A poera já abaixou dentro da sala, mas ainda continua com uma desfocada neblina. A sala continua uma 'família'.

Estou do lado de ninguém. Apenas revelando as minhas ''teorias''.
beijosmeliga ;*

terça-feira, 26 de maio de 2009

O trem está desembarcando


Última chamada. O trem está partindo. Abraços, choros, emoções, ela despediu. Nunca esquecerei desse dia, o dia em que você partiu.


-Nanny, temos uma surpresa pra você. - dizia Gabe.
-É. Não sai daí! - dizia Adne correndo para as escadas com Gabe.
-Não! Não, não quero surpresa! Bia, o que é? É grande? Elas vão trazer aqui pra baixo, no meio dessa galera? Posso ir no banheiro? -perguntava Nanny, tentando escapar da surpresa pra não passar vergonha no intervalo.
-SURPRESAA!! - todos gritaram. Gabe entrgou uma caixa em formato de coração com um monte de cartinhas e presentes. Abraços de agradecimentos, pesentes, ler cartas. Eu dei um livro Desejo-lhe Feliz Mudança, esse livro rosa-branco-preto em baixo.


(...)

Bateu o sinal e Nanny teve de despedir de um monte de gente - ela é especial para toda a sala - e até a Jú chorou. Fotos, mais presentes da Camila e mais despedidas. Camila deu um porta-retrato com uma foto nossa do ano passado quando fomos no Hopi Hari. Bons tempos, cara.

<-- (Da esquerda pra direita) Fê, Gabe, Paula, Adne, Camila, Ianny, Eu, João, Bia.

(...)




Eu, Nanny, Adne, Gabe e Paula passamos a tarde no prédio da Nanny, sentadas na madeira, ar livre e lendo um rolo de cartas. Ventava, nuvens cinzas apareceram, garoava, bem o nosso clima. Paula escrevia algo em um papel de caderno com um grifa-texto.

-Assine. - ela pedia para cada um.

-O que você está fazendo?

-Vamos jogar esse papel nesse vão da madeira e ficará lá como recordação desse dia. - ela não falou nessas palavras, mas a ideia foi profunda!Tiramos até foto para recordar esse momento. Todas nós segurando uma ponta do papel e empurrando para o papel entrar. Choramos, abraçamos.. Momento para recordar.

-Como iremos voltar aqui para buscá-lo?

(...)


Entramos e ficamos no hall, sentamos nequele sofá branco que irei recordar. Nanny subiu para.. seilá! Houve uma ventania fote lá fora. Saímos e uma toalha branca havia caído da sacada do ap.24[?]. O limpador(gato, qeu sempre adimiramos) estava lá.
-Qual é o seu nome? Quantos anos você tem? - Paula perguntou.
-Anderson, 20.
-Sabe a Ianny desse prédio? Seria bom se você conversasse com ela. Você é importante pra ela.
Deixamos escapar os risos.
-Tá bom.- ele respondeu.
-Ela tá aqui, no hall.

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-Pode vir aqui um minuto? - preguntou Anderson por trás de uma porta no hall. Nanny seguiu em direção a porta e ela a fechou. Ficamos tão curiosas que algumas das meninas foram espiar pela fechadura! rsrs

-O que aconteceu? Você beijou ele?!
-Nada! - respondia ela.
-Como nada?!
-Ele só veio se despedir e perguntou: Posso te dar um beijo?
-Ele deu?
-Não.
Como fiquei com raiva nesse momento.
-Deixei ele dar um beijo no rosto, mas ele pediu: E na boca? Mas não deixei. Pode ter uma câmera lá e não quero acabar com o emprego do cara.
Raiva de novo.

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-Cadê a Ianny? - perguntou Anderson para Paula.
-Lá embaixo, ou lá fora (esperando nosso colega Preto [Pedro] chegar). Posso saber porque?
-Só quero conversar.

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-Ele não achou ela. Então, mandou dizer pra ela pra ligar pra esse número, que é da amiga dele que já está sabendo da história, e passar o número dela. Ele não sabe o número do cel novo dele, não quer perder contato com ela e que gosta muito dela. - Paula disse.
(Anderson entra para ver Nanny, prestes a sair do seu trabalho)
Eles foram conversar. Nanny não deixou ele beijá-la. Ele foi embora. Preto já tinha chegado, a propósito.


(...)


No apê da Nanny, comemos pipoca, bebemos H2Oh. Assinamos no mural-de-metal-verde dela. Assistimos um DVD de Blackmusic (e Rock), cantávamos junto com as músicas que conhecíamos, comentávamos das letras escrotas. Adne canta inglês SUPER bem, afinal. Consigo entender o imbromation dela..
Tinha até música do Justin no meio, Chris Brown, Akon, Beyoncé - todos meus artistas preferidos. Aliás, adoro Blackmusic! Letra ridícula, mas batida é DEZ!

Gabe e Adne tiveram que ir embora cedo. Despediram da Nanny com abraços fortes.

Nem parecia um dia de despedida. Continuamos a conversar sobre música (Black music, Rock..) e assistimos alguns clipes no Youtube, filosofamos sobre situações da Paula..

Já era 19h e meu pai teve que me buscar. Todos foram embora nesse horário.
-Tchau, Ianny! - dei um abraço nela, gostaria de ter dito algo como: Obrigada por tudo! Liga pra mim, caso precisar. Me avisa quando chegr lá.. Não deu! Não saia nada da minha boca! Droga!


(...)

Não tive como deixar lágrimas rolarem, mas chorei por pouco tempo. Logo me distraí e pensei: Serei forte nesse momento.

E o trem partiu, seguindo seus trilhos no qual não possam desviá-los a outro rumo. Lembranças permanecerão pra sempre.

Beijos

sábado, 16 de maio de 2009

Introdução


Olá galera!

No nosso dia-a-dia carregamos, toleramos ou surge um (ou mais) problema(s).
Um blog serve também para desabafar, ver o que as pessoas acham (certo ou errado) e até ouvir uns conselhos.
Parece que eu sou problemática né? Todos somos. Uma pessoa normal é uma pessoa que convive com a sociedade sem suportar seus problemas? Um cidadão vive nos problemas.
Nao irei (apenas) falar sobre esse tipo de preblema, mas também os meus problemas.
Escola, amigos, amores, pais, família, casa, vizinhos, cachorro, papagaio, seu Joaquim do Butiquim, dona Hilário, política, cidadania, ética, filosofia, meio ambiente.. O MUNDO!!
O homem criou "a solução dos problemas", mas essa solução pode criar novos problemas. Ou seja, nunca escaparemos de problemas. Afinal, O MUNDO não é um "mar de rosas" né?

Divirtam-se com meu blog!
Beijos ;*