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domingo, 29 de novembro de 2009

Mais Desgraça não faz MENOR diferença!

7:15 - Acordei com o pé esquerdo. Pais reclamando da lerdisse do outro, arrumando as malas de ultima hora, correndo de um lado pro outro...
O Voo era das 11h e 10min.
Na viagem para Aeroporto de Guarulhos, aquele silêncio. Nem minhas piadas animava o clima...
9h - Chegamos 10min atrasado como previsto e chegamos na fila do check-in e despachar as malas. Passei pela alfândega e detector de metais tranquilo, mas chegando na checagem do passaporte:
-Ela é de menor?
-Sim.
-Tem que ter a autorização da mãe.
Meu pai esqueceu desse pequeno detalhe! Pediram pra fazer na hora, lá na delegacia do aeroporto mesmo. CORREMOS procurar minha mãe e pra delegacia. Mais azar: "Não fazemos mais autorização, desde Abril." Então os funcionários deviam ficar sabendo disso 7 meses atrás! "Os cartórios estão fechados hoje, mas ainda tem a Vara de Infância e Juvenil, mas só em casos de emergência". Mais 15min ajudando a criar um álibi: "Meu pai foi pro exterior à trabalho e não pode fazer uma autorização para eu viajar sozinha, então minha mãe veio se responsabilizar."
Então meu pai foi, minha mala também - nela tinha até minha apostila e caderno, porque eu ia fazer prova sustitutiva logo que eu voltar de viagem, porque eu ia perder duas durante a viagem.
E lá foi minha mãe e eu pra São Paulo procurar a tal Vara de Infência e Juvenil. Pra piorar: TRÂNSITO. Piorar mais ainda: O VOO PARTIU. Mais azar: NÃO PERMITIRAM A AUTORIZAÇÃO (porque não "sou" uma emergência). Mais azar ainda: PEDIRAM PRA FAZER AUTORIZAÇÃO SÓ NA MINHA CIDADE (1h de distância dali). Pronto! Não viajo mais no dia seguinte.
Voltamos para o aeroporto para remarcar a viagem para Terça (1/12), e Segunda (30/11) fazerei a autorização, já que Domingo não fica aberto. Pagamento do motorista: R$150.

11:50 - Na loja da TAM, uma fila de menos de 7m (equivalente apenas UMA VOLTA)... 1h depois... 2 horas depois...
-Remarcar passagem pro dia 1/12, terça-feira. Primeiro voo, por favor!
"FINALMENTE!", pensei. Não, me engano. 30min depois (só pra remarcar a passagem) - fico pensando: Ou o computador da TAM é lerdo, ou culpa da net, ou seria a incopetencia do funcionario. - logo que ela concluiu, pensei de novo: "agora sim: FINALMENTE!". Não (de novo)
-Espere naquela fila do caixa - apontou - A moça vai chamar pelo nome.
MAIS AZAR?! Qualquer desgraça a mais pra mim não vai fazer menor diferença!
Mais de 2 pessoas reclamaram e xingaram a companhia, todos começaram a reclamar do serviço de MERDA da TAM.
A gente só ia pagar a taxa da remarcação (US$100, ou R$174,45). Mais 15min na fila...PRONTO! pagamos e fomos embora! MAAAAAAASSS.................checo a nota fiscal pra mostrar no check in (no dia)..."CADÊ?!"
-AH NÃO! Não acredito que eu vo ter que voltar naquela MERDA de loja pra perguntar a data e hora da viajem!
-Vá direto no balcão perguntar pra moça que te atendeu, não precisa esperar na fila.
Lagaaal! Tive que voltar pro maldito lugar pra moça imprimir outro com horario e data no bilhete. PRONTO! AGORA SIM! "FINALMENTE!!!!"
14:30 - Almoçamos lá no aeroporto mesmo.
14: 50 - Pagamos o estacionamento: R$33,50
16h - Finalmente em casa.

Relatório:

Duração: 7h
Gasto Total: R$357,45.
Conclusão: Aeroporto é um Telemarketing gigante e aovivo, te empurram de um lado pro outro, demoram pra te atender e te dão duas opções: SE MATA ou AGUENTA FIRME!
Dica: Não esqueçam a autorização dos pais pra viajar, planeje TUDO (tudo mesmo) dias antes e não esqueça de NADA!

Agora estou aqui (no Brasil) e não lá (nos EUA), sem mouse no laptop, sem apostila pra estudar pra prova de amanha, puta da vida (com a TAM e com a memória brilhante do meu pai). Perderei 4 dias! Programação mudada totalmente.

domingo, 18 de outubro de 2009

Conceito das Almas

-Não é paranormal, você é excelente em prezumir e adivinhar as ações e pensamentos das pessoas. - foi o que ele disse - Foi com esse dom que te levou até aqui.
Sempre desconfiei de mim mesma de que eu pudesse ler mentes ou prever o futuro. Não é verdade. Eu consigo adivinhar as palavras que saem da boca das pessoas ou o que estão pensando - posso dizer que é óbvio demais deduzir o pensamento deles. Suas mentes são abertas e qualquer atitude revela tudo - um simples olhar então...
-Você acha mesmo?
-Sim. Acontece comigo também, mas nunca vi outra pessoa adivinhar tão certamente quanto você.
Começei a analizar sua expressão. Ele deu um sorriso, ele sabia que eu estava tentando descobrir o que ele estava pensando, por isso ele virou a cara.
-Não finja que não sabe que eu estou tentando adivinhar o que você está pensando - brinquei.
-Não precisa se esforçar. -ele olhou no fundo dos meus olhos - Suposições vêm das observações racionais.
-Por que somos tão iguais?
Ele precisou de tempo pra pensar.
-Não sei. Talvez somos tão compatíveis juntos...Tipo, Almas-gêmeas.
Recuei e corei.
-Não se assuste - ele pegou meu braço e se aproximou - Até faz sentido, se você for pensar nesse lado.
Tive que pensar. Deveria ter algum propósito ele ter dito aquilo. Será que ele estava mesmo a fim de mim? Se esse negócio das adivinhações fosse mesmo paranormal, dava pra entender que somos iguais perante as almas. Ter algumas semelhanças todos têm, mas tão complexo como nós, acho que não. Soou estranho para mim, afinal ninguém acredita mais em Alma-Gêmea - o que me fez pensar se essas pessoas nunca amaram na vida.
Ele sorriu. Meu silêncio denunciou que eu estava pensando nisso.
-Você acredita em reencarnações? - perguntei.
-Acredito. Acredito também na hipótese de que, na vida passada, o amor entre essas almas eram tão forte que permanece fixo na Terra, fazendo com que elas voltem.
-E se elas encarnam novamente em um outro corpo, longe da pessoa amada?
-Talvez, elas nunca se encontram novamente. Raramente irão se encontrar, já que, ao amadurecerem, encontram as pessoas mais proximas e possíveis. Se elas acharem a pessoa certa, será obra do destino. Mas aí leva anos e encarnações e gerações até eles se cruzarem novamente.
Está respondido porque as pessoas não encontram o amor. Elas apenas buscam o possível, florecem esse amor e tentam mantê-lo, maioria das vezes fracassam. Mas penso que não basta ser Alma-gêmea pra dar certo naturalmente. Como qualquer amor, há a conquista, amadurecimento, paixão e harmonia. Não importa quem é, ou como, quando, porquê. Que seja bom enquanto durar, que seja ótimo se durar pra sempre.

-O que estamos levando conosco, vamos levar pro além. Não importa se a morte possa nos separar, não importa o que poderá acontecer. Você têm meu coração, quero ele de volta do outro lado.
-Vou tentar te alcançar para devolver.
-Não. Quero que fique com ele pra se lembrar de mim.
-Não - insisto - Quero ir com você.
Ele segurou meus ombros e olhou fixamente para mim, ele estava preparado pra dar essa mensagem:
-Eu posso ter dito uma vez que é difícil nossas almas se encontrarem de novo, mas pensa bem. Um dia nós nos encontraremos de novo, como nos encontramos nessa vida.
-Vou sentir sua falta - meus olhos estavam transbordando de água - Vou sentir saudades do seu amor - gotas começaram manchar meu rosto.
-Um dia a gente vai se encontrar. Não se esqueça disso.
Por mais que eu queira ele por perto por mais de alguns dias, a vida não me permite.'
-Não durou tanto quanto eu esperava.
-Durou sim! - ele exclamou.
-Mas parece que não aproveitei o suficiente.
-Pense em todos os momentos que passamos juntos, todas as lembranças. Nossa história juntos será inesquecível.
-Não quero viver do passado. Me deixe ir com você! - eu insisti.
Ele me fez uma careta e reprimiu.
-A vida é tão injusta - protestei.
Ele me abraçou fracamente, mas meus braços reforçaram. Ele tossiu por causa da força, me afastei em reação. Ele riu.
-Me desculpe se eu te enganei, me perdoe se eu te magoei. - eu não sabia formular um discurso.
-Não peça desculpas. Eu tenho que te agradecer. Por Tudo! Você fez minha vida fazer sentido, e sem seu amor eu não seria nada.
Não sabia o que dizer, não porque ele me calou, mas não encontrava as últimas palavras para lhe dar. Sabia apenas três:
-Eu Te Amo.
-Eu também te amo.
Esperei ali - no silêncio brando do quarto - contava cada segundo, torci para que não haveria um último; pensei o que aconteceria se chegasse a sua hora, torci para que não chegasse; acariciei seu belo rosto, enxerguei seu antigo rosto jovem apaixonado, seu sorriso, pálido, porém iluminava aquele instante, segurei sua mão o tempo todo. Seu olhar estava fraquejando a cada minuto, mas não tirava os meus dos dele, com medo de perdê-lo em minhas memórias. Torci para que aqueles lindos olhos verdes nunca se fechassem.
Mas eles foram se fechando lentamente, seu coração - já batia fraco - foi se apagando.
E no silêncio, eu mergulhei. As bolhas da mágoa flutuavam na minha frente, fiquei sem oxigênio da esperança. Já não sabia mais qual eram as minhas lágrimas. Meus pensamentos diziam que logo me encontrarei com ele, que nada poderia nos separar, que estava alcançando meu amor.

domingo, 19 de julho de 2009

Jogo da Vida: a revolta do destino

Isso é um trecho, parte de um livro que estou criando. Jogo da Vida

Sinopse: Um grupo de pessoas de países diferentes participam de uma espécie de jogo filosófico, capaz de fazer qualquer um perder a cabeça. Eles passam um mês em uma ilha paradisíaca, desconhecida. Todos estão lá pelo simples motivo: um prêmio de 10 milhões de euros; equivalente o resto de sua vida! A cada semana alguém é eliminado misteriosamente, sem deixar nenhum rastro. Cada dia é uma prova, quem fracassar está a um passo dessa eliminação. Quem ganhar o jogo, descobre toda a trama, todo o mistério por trás dessa ilha, todo o esquema do jogo, descobre o que realmente acontece com os jogadores eliminados e descobre o sentido de viver.

Gostaram? Se gostaram passarei a postar mais.
Agora só estou passando o resumo da vida dos participantes para vocês entenderem que todos precisam de ajuda. (Faça sua parte)

beijosmeliga ;*

P.S: Realmente, não tenho nada para fazer nessas férias. Se eu postar algo do meu dia, o blog não estaria interessante. Acho interessante retribuir esse livro, caso acham interessante.
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A vida de Rachell Bennett parecia simples demais. Uma moça muito bonita, cabelos ruivos acastanhados, olhos azuis, pessoa alegra, divertida, simpática, com uma bela família e um bom emprego. Apenas isso o que a vida lhe proporcionou como base de sua felicidade. Porém, minutos podem mudar sua vida. O mundo resolveu se revoltar contra ela, sem deixar uma segunda chance à ela.


1994: Rachell acaba de se mudar para a cidade de Londres, à procura de um emprego. Havia largado sua antiga vida para trás. Ela havia brigado com seu namorado, Rick, pois ele traiu ela, com a melhor amiga. Rachell achou que uma nova vida, em uma nova cidade, poderia recomeçar tudo e esquecer seu passado. Ela conseguiu uma vaga no banco.

1998: Uma promoção. Todos seus colegas de trabalho resolvem fazer uma festa para comemorar no bar. Um rapaz bonito, cabelos claros, está a encarando no balcão. Minutos depois, o rapaz veio falar com ela.
-Rachell? - disse ele. - Se lembra de mim? Estudamos junto na sétima série, em Liverpool. Eu sou Josh Sulivan...
-Sim! Eu lembro. Como vai, Josh? Há quanto tempo!
Conversa rolava solta, assuntos mudavam à cada minuto, afinidade florecia. Algo que Rachell nunca chegou a pensar que esse cara poderia ser tão amigável.
-Quer sair desse lugar agitado? Dar uma passeada pela cidade... - propos ele.
-Sim.
Ele lhe mostrou um belo lugar, onde as luzes do luar pudessem ressaltar a beleza dela. Um parque, seu refúgio particular.
-Belo lugar, não? - disse John.
-Sim. Muito belo!
-Belo demais para um beijo?
Ele veio se aproximando vagarosamente, encostou suas mão na sua face, fazendo com que ela olhasse para ele e, então, encostasse seus lábios nos dele.

2001: Josh e Rachell já estavam namorando, morando junto em um pequeno apartamento.
-Josh, preciso falar com você. - disse Rachell.
-Eu também preciso. Você primeiro.
Ele sentou em sua poltrona.
-Eu fiz um teste hoje. - ela prosseguiu, ele continuou calado. Talvez já soubesse qual é o teste.
-Você está... - ele não conseguiu completar a frase.
-Sim - ela completou. Ele entendeu sua indireta.
-Isso é ótimo! - ele exclamou, com total empolgação.
-Não está bravo comigo?
-Por quê estaria? Não é sua culpa. Quer dizer, teoricamente é a minha culpa, mas...
-Você quer ter esse bebê?
-Sim. Quero criar esse bebê com você. Quero passar minha vida ao seu lado...
-O que você quer dizer com isso?
Ele pôs a mão no bolso e retirou uma caixa aveludada.
-O que estou querendo dizer: Quer casar comigo?

2004: Rachell, deitada na cama, observava novamente seu lindo e brilhante anel dourado, com traços finos e delicados de prata nas bordas. Charlie estava assistindo algum programa infantil na tv.
-Adivinha, querida. - disse Josh logo que abriu a porta de seu novo apartamento - Fui promovido!
Rachell nada dizia, então Josh foi até seu quarto, onde ela estava. Agora, estava sentada, esperando por ele.
-Tenho que lhe contar uma coisa...

Um choro de bebê ecoava pelos corredores do hospital.
-Olha, meu amor. Veja como ele é lindo! - Rachell murmurava para Josh, deitada na maca, com uma camisola branca meio rosada.
-Ele é tão pequeno, mamãe. - sussurrava Charlie para que o bebê não acordasse.
-Bem vindo ao mundo, Peyton. - disse Josh.

2007: Gritos, xingamentos, reclamações, duas vozes altas falavam ao mesmo tempo atrás da porta. As crianças estavam grudadas nessa porta, com esperança de que essa briga terminasse.
-Charlie, eles vão parar, não é? - dizia Peyton, com seus olhos transbordando de lágrimas.
-Não sei, Peyton. Não sei.

Advogados, Rachell, Josh reúnidos em uma sala.
-Assine aqui, Sra. Bennet. - disse um dos advogados, apontando para um papel no centro da mesa. - Pronto. Já acabamos esse processo. Vejo vocês no tribunal, a guarda dos filhos.
-Meretíssimo, tenho provas de que Sra. Bennet não é capaz de cuidar de meus filhos - dizia Josh - Aqui está uma foto de Sra. Bennet no parque com as crianças. Veja o detalhe que ela está de costas e distante das crianças. O fato de...
(...)
-Concluo: O pai fica com a guarda dos filhos. - diz o juíz.

Rachell é demitida por suspender seu tempo no trabalho. Ela encontra seu ex, Rick, pelas ruas de Londres, ele começa a mexer com Rachel, mas ela o ignora. Rick faz ameaças. Rachell desmaia.
Ao acordar, ela vê manchas roxas em toda sua pele, sangue caindo sob sua boca, dores nos braços e pernas; ela não consegue se levantar... O som de uma sirene se aproxima, luzes vermelhas piscavam constantemente. Rachell fica inconsciente.

"Não entendo. Eu não fiz nada de errado a eles, por que estão fazendo isso comigo? Sozinha no mundo, novamente. Dessa vez, não há um novo começo. Será que Deus fez essa tragédia comigo para eu aprender algo, para me arrepender ou algo do tipo? O mundo se revoltou contra mim. Não tenho casa, não tenho família, emprego, felicidade e - o mais importante - esperança. Tudo aquilo que eu tinha, foi tirado aos poucos. De quem é a culpa, então? Não há ninguém para julgar. Se está lendo essa carta, quer dizer que eu já morri... "

-Quem é você? - perguntou Rachell.
-Eu sou Nickolas Johnson. Tenho algo para lhe propor.


To be Continued...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Goodbye, bad day

Fiquei com tanta preguii de fazer a prova de simulado hoje, cheguei a me espatifar (sentar de mal jeito) na carteira pra descansar.
A diretora veio na nossa sala só pra avisar a data das voltas aulas, sobre a Batalha de Bandas* do colégio e avisar pra olhar o boletim durante as férias para saber se ficou de REC ou não e que a REC vai começar logo que voltar as aulas.
*Vai ser legal! Eu, Adne, Gabe, Paula..(acho que) vamos!
[Preenchendo a cartela de respostas]
-Tem que preencher a caneta.-disse a fiscal na hora que entreguei, pronta pra sair daquela sala.
Ptz! Tive que voltar e preencher (a caneta) o mais rápido possível pra poder ir embora logo!! Adne ficou rindo da minha cara. Só passei por cima e entreguei.

Tava ventando pra car*lho!! Eu torcendo para que apareça o SOL, mas acho que DEUS desejou que HOJE seria um (último) dia RUIM.
Adne ia conversar direitinho com a Gabriela, só que ela queria deixar quieto (não conversar). No final, elas não se conversaram. Começei a pensar que ELA não tava afim de brigar de novo; assim ia prolongar/crescer essa rivalidade entre as duas; ela tava tentando fugir ou algo do gênero.

Camila tava com muita esperança - feliz até - de ficar com o tal menino que ela gosta (ele também gosta dela), mas horas se passavam e a cada minuto sua esperança ia embora e sua felicidade ia junto. Já havia falado com ela de que estava com medo dela ficar assim, mó deprê por causa (dele) das consequencias; suas férias inteira seria assim - pensando nele, nisso e naquilo, no arrependimento e nas atitudes; disse que não IA ROLAR - pessimismo a parte, mas o realismo estava presente. Pensei até que, o que acabara de falar, estava desanimano ela.
Como previ, não rolou. Minha teoria estava certa e, de acordo com essa experiência, concluo que: SABER ACEITAR é um bom começo.

Liguei pra Adne a noite e ela já disse que 'resolveu tudo' com a Gabriela. Tomara que ela saiba aceitar.
Além de despedir dos meus queridos colegas, camila triste, Adne com (um pouco de) raiva, clima horrível (em todos os sentidos).. Final Infeliz!
Mas um dia a gente vai se encontrar de novo. Sábado tem a festa junina do CTA e todos do colégio vão, então..

Mas não irá acontecer novamente, tudo irá mudar para melhor. Eu acredito. Um novo começo..
beijosmeliga ;*
P.S: Pra completar o dia: Michael Jackson morreu! (LUTO)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Brincando com fogo

Eu tava com medo de que o país não fosse a Noruega!`Porque aí..FUDEU! Descobrimos que era sim! (UFFA!)
João interpretando sua própria parte da apresentação:
(voz grossa, pausando no meio das palavras, com ar de )
(...)o clima da Noruega é bastante rigoroso, com Invernos muito..[pausa]..frios.
Parecia até o professor Rocco falando! (arrancarisos)
A apresentação foi bem curta, mas a professora gostou, então..oquereclamar?
A professora Angélica não veio hoje e quem foi substituir é uma professora de Matemática (do segundo ano) MUUUITOO CHATA!! Gosta de mandar povinho-falante da sala pra fora, é injusta, cafona e grossa!
A gente tava mascando muito chiclete e Adne fez uma bolona que tinha um formato de bunda! Só que um lado maior que o outro. Ela fez uma outra bolona. Estorou e grudou chiclete no nariz! CAGEI de rir!! Meus movimentos foi tão escandaloso que a professora mandou sair da sala. Pô! de novo?! (Eu, Adne e Rayssa)
Explicamos uma história paralela da do chiclete. Dissemos que a Adne se atrapalhou nos livros - derrubando tudo, e eu ri. Mas ela derrubou a apostila mesmo (uma hora), e eu ainda tava prestando atenção na aula MESMO! SÉRIÃO!! Tava começando a entender as funções do problema na lousa.. A Raah não tinha nada haver com a história, só tavasentada quieta atrás de mim. [nãopensemmerda]
Pela primeira vez, escreveram na minha ficha. (okay. E daí?) Ela escreveu:
"Orientação(...) Estava rindo na aula da Samantha enquanto explicava a matéria."
É a quarta vez da Adne!!
No da Raah, a moça escreveu:
"Mandada para fora, pois estava atrás das colegas que estavam rindo" --'
Disse que vai ver com a professora se ela pode tirar essa 'acusação'. Injusto, mew!! Ela nem dá aula pra gente e vai logo mandando na sala? Só porque é professora?! Não abuse tanto da autoridade! Nem estavamos atrapalhando a aula dela.
A Professora de Literatura tava chorando pelos cantos. Ela até falou com a gente e reclamou da nossa sala, com jeitinho. Todos os professores reclamam dela! Mas é verdade, é muita barulheira. Ela pensou que fossemos as únicas responsáveis do barulho. TODOS são responsáveis!
Depois era intervalo e tudo se tranquilizou.
Hoje, um amigo/colega, Rafael, da tarde "matou aula" na nossa sala. Ele é amigo da Gabriela (uma colega que tem "fama") e tava do lado dela conversando.
Obs.:Essas informações podem não ser concretos.
Gabriela: Qual menino você acha o mais bonito? -o amigo não é gay tá? só pra avisar-(aponta o dedo ao redor da sala)
Mariana(colega): O que você ta falando mal de mim?
E começaram a discutir.
Mariana sentou perto de nós, Rafael tava do lado conversando com ela. As vezes Adne e Rayssa metiam o dedo na conversa. Eu fui sincera e disse uma vez:
-Sinceramente, as pessoas que ficam falando dela se preocupam com a vida dela. Só ficam falando nas atitudes erradas.. Nimguém toma a ATITUDE de chegar nela e falar a verdade.

Vixxee!! Que rolo aconteceu hoje, depois da aula!
Adne simplesmente me puxou, só fui seguindo. Ela estava indo em direção a cantina.
Adne bateu-boca legal com a Gabriela. Já não estava entendendo nada. Uma falando merda, outra falando que a outra não sabe o que tá falando.. Tentava tirar ela dali, mas ela continuava no mesmo lugar.

Só quando terminou a briga eu fiquei sabendo do que rolou: Falaram que ela tinha falado mal da gente. Adne interpretou mal a história, eu acho.
Logo fomos falar com o povo, discuti sobre ela, sobre suas atitudes erradas e sobre suas escolhas; sobre eu estar nem aí pra ela, nem se importando, nem ligando pra ela/que ela faz. Propositamente pra não julgá-la. Ela até agora não fez nada de mal para mim/comigo, então para quê julgar?
Rayssa conversou com Gabriela e ela tava chorando muito.
Liguei pra Raah. Ela não se lembra de todos os detalhes, mas ao longo da conversa ela lembrava.
A gabriela tava super mal com a Mariana e com a Adne por causa de hoje. A Raah disse pra conversar com elas, só que a Gabriela falou que elas vem com 5 pedras na mão e não tem como conversar assim. Pior que é verdade!
Ela também tinha falado que ia conversar com a direção pra falar com os pais dela sobre isso. A Raah deu um toque e disse que isso é coisa de primario e eles não vão ajudar em nada. Havia comentado isso com ela, a direção não vão ajudar na vida pessoal de nenhum aluno. Se ela que não consegue fazer amigos, problema é dela!

Sabe de uma coisa? CANSEI! [prontofalei]
Já havia ignorado os boatos dela, nem ligando para o que ela fazia/dizia..NADA! Os problemas são delas, pra quê meter o nariz no meio? CANSEI! E repito: CANSEI³
Odeio julgamentos. Se me julgarem de julgar, eles estão errados (me julgando). Sinceramente, EU NÃO SEI JULGAR! Principalmente se for uma pessoa que nem/mal conheço, como a Gabriela. Quer dizer, conheço mais tempo que qualquer pessoa da minha sala.
Algumas atitudes que ela faz me incomoda, mas nem ligo depois. Já confessei isso pra ela, disse até que por causa dessas atitudes, todos têm uma impressão totalmente errada dela. E essa fama? Piora mais com as atitudes! Ela é apenas DIFERENTE, e ninguém supera além do normal.
Dei um conselho (o meu lema):

Não se importe com os que os outros digam/comentam. Pensar nisso só fazerá mal a você. Deixe eles de lado, a poeira irá abaixar e tudo estará melhor. Fica na tua!

Isso foi na época do 'auge'. Todos odiavam ela por ter estracado a união da sala.
Comparando, está melhor mesmo. Ela até mudou um pouco. Agora os outros que fazem ela ter essa impressão, não as próprias atitudes. Mas ela continua se preocupando com a imagem.
A poera já abaixou dentro da sala, mas ainda continua com uma desfocada neblina. A sala continua uma 'família'.

Estou do lado de ninguém. Apenas revelando as minhas ''teorias''.
beijosmeliga ;*

domingo, 21 de junho de 2009

Fear Dream

CJ disse uma vez que seu inconsciente domina o consciente. O Inconsciente pode acontecer; ou seja, o que você pode ter sonhado pode se tornar realidade.

Meses atrás sonhei com o elenco de Crepúsculo, só que reais - Não, eu não os vi pessoalmente - invés de vampiros, pessoas normais; invés de nômades, uma gangue. Aquela cena que a Bella vai encontrar com o James no estúdio de balé.. Dessa vez era numa estrada (aquelas de viagem) deserta (sem nenhum carro), aos lados coberta de vasta vegetação. Havia um caminho em direção à floresta, com a marca de roda esmagando a grama.. O esconderijo de James.
Dois meses depois apareceu no Fantástico sobre um assalto ao banco que manteve vários reféns. O esconderijo de James era exatamente IGUAL ao dos ladrões do banco. O angulo da câmera era o mesmo do meu sonho.
(Mas isso é outra história)

Hoje vou contar não o que aconteceu, e sim o que não aconteceu, ou o que pode acontecer - Na verdade, o fato aconteceu no meu inconsciente. Espero muito que isso NUNCA aconteça. Vá por mim, se quiserem morrer de medo prossigam, se não, parem por aqui. Talvez, deve ser pior em mim - que estou sentido isso - do que em você - que só está lendo.



No meu Sonho:

A casa estava escura e silenciosa. De repente ouço um estrondo no andar de baixo (na sala). Desço correndo pelas escadas e vejo o inesperado:
Sangue no sofá (nesse momento não conseguia ver a vítima) e um vulto segurando uma arma apontada pro sofá. O assassino era o meu pai e a vítima, minha mãe.
Gritava apavorada, acordando todos pela casa. Meu pai agarrava pela boca, ameaçando me atirar também. Todos acordam, viram testemunhas do assassinato.
Ele chega a matar as testemunhas, logo eu sou testemunha e ele vem atrás de mim com o revólver na mão. Implorava:
-Não! Por favor, não. Eu sou tua filha, a pessoa que sempre te amou. Não faça isso comigo!
-Mas você é a primeira testemunha. Não posso deixar um rastro por trás disso.
-Se você me matar, aumentará mais ainda o seu crime. Sempre haverá rastros indicando que você é o assassino, só que você não sabe. Eu nunca denunciarei meu próprio pai! Por favor, não me mate!
Estranho que os vizinhos não haviam chamado a polícia. Na verdade, no meu sonho não existia mais ninguém além de mim e meu pai, mais ninguém.
Ele preparava sua fuga. Entrou dentro do carro e deu a partida. Comecei a chorar, não por ele ter matado minha família; não por ele quase ter me matado, mas por ele ter me largado sozinha, sem o menos ter me levado junto - já que no sonho não havia mais ninguém, agora.
-Não vá embora! Não me deixe! EU TE AMO! - gritava pra o meu pai, mas o rangido do carro parecia ocultar minha voz, então gritava mais alto para que ele ouvisse.
-Eu também te amo. - ele gritou e foi embora.
-Acho que não. - murmurei baixo, mas ele ouviu.
Refleti-me. Matou minha mãe, pois estavam brigando muito e não aguentava mais discussões - na vida real eles são separados (por brigas). Ele estava pensando no próprio orgulho, egoísmo e ganância - assim como ele é na vida real. Não ouviu sua emoção e agiu com a razão: Matar todos para que não há testemunhas. Isso era o certo para ele e o errado para mim.
Solidão. Diante de um tremendo e assustador silêncio, conseguia ouvir os pássaros das manhãs cantarolando e depois se calaram ao luto. Até agora, nada do som da sirene policial chegar aos meus ouvidos. Completamente, só.

Disseram uma vez que, o que acontece no seu sonho e parece real é algo que te incomoda. É a pura verdade. Não aguento ver minha mãe resmungando após uma briga com meu pai, não aguento mais ter parentes em casa - usando e abusando da moradia e do sustento - e não consigo suportar a solidão.

Juntando a teoria do CJ e a do incomodo.. Bom, desejo que isso NUNCA vire real. Um dos meus maiores medos é não conseguir aproveitar o que tem na vida a tempo, solidão e meus pais irem embora/morrerem.

beijosmeligaurgentemente :*

P.S: Estou com medo de sonhar.
P.P.S:Agora, surgiu um novo medo: que esse sonho trace o meu destino.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Final Infeliz




Um lado, está uma amiga - mergulhando num rio de lágrimas.
Pelo outro, está outra - por motivo diferente
Entre as duas, estou eu - caindo nas lágrimas também.


"O final somos nós que fazemos, seja lá bom ou ruim. Agimos e arrependemos. É assim - coisas boas parecem inacabaveis, precisamos levar um tombo pra perceber que não é verdade. Levantamos e continuamos andando. Enxugue as lágrimas! Você não terá o suficiente no sábado. E não culpe você mesma se a sua volta está voltando contra você."
- Bia para Gabe




Só na sua mente o mundo é otimista. A realidade é ser pessimista.



Em http://deliriosirreais.blogspot.com/ explica o fim da amizade entre Paula e Gabe.



Sinto muito, meninas.




Ergui minha cabeça ao alto e pensei: O que pode acontecer de pior agora? O que pode acontencer pra deixarmos mais tristes ainda?
A vida! As injustiças que ela trás de uma só vez. Não aconteceu por acaso, existe a causa e a consequência e o culpado é o destino.
O réu tem seus motivos e o tribunal conclui que ele é inocente. A vítima que se foda! Que se vire nos 30 no mundo!!
Sofremos, mas sobrevivemos. Não quer dizer que o mundo acaba aqui.

A vida é um texto cheio de vírgulas. Um 'quase fim do mundo' é ponto e vírgula. O fim é o ponto final. Considero hoje um ponto e vígula puxado pro vírgula.

Desmoronamos tanto que os olhos derreteram. Levanto e grito:
-PARE! Não tem que ser assim.
Mas perguntam:
-Como deve ser então, se não há como mudar?
Então, fico sem respostas. Devo aceitar como está e não interferir?

(...)

Quem somos nós para descrever a nós mesmos? Apenas quem te conhece sabe descrevê-la completamente.
Temos que auto-relatar sobre sua personalidade. Seus gostos, o jeito, pensamentos.. Levam à personalidade. Deve apenas se auto-conhecer.


O vento secará minhas lágrimas, a briza confortável irá me distrair, mas só você poderá me fazer feliz.



Tudo vai se resolver, de alguma forma mas vai. O tempo decedirá quando e você decidirá como.